domingo, janeiro 07, 2007

A ineficácia portuguesa na Nazaré!

Não vale a pena tentar mostrar ao Mundo que somos desenvolvidos - EXPO, Euro 2004, etc. - porque não temos capacidade para defender quem merece ser defendido.

O caso da Nazaré é pura e simplesmente uma vergonha! Somos pobres e continuamos subdesenvolvidos para o que verdadeiramente interessa. E é uma pena!

Quase sem comentários

Três crianças morrem ao imitar execução de Saddam Hussein
A execução de Sadam Hussein é assunto interno iraquiano, diz o Governo de Bagdade, que ameaça cortar relações com os países que criticaram a condenação à morte. A última polémica está agora relacionada com a morte de três crianças, depois de terem visto as imagens do enforcamento.
A morte de Saddam, a milhares de quilómetros de distância, provocou a dor e a tragédia, na casa dos Pelico, emigrantes da Guatemala que vivem no Texas. A família chora a morte de Sérgio. Tinha 10 anos. Morreu a imitar a execução do antigo ditador iraquiano.
Mas Sérgio não foi o único jovem que morreu a imitar o enforcamento de Sadam Hussein. Numa aldeia do leste da Índia, Moon Moon, uma menina de 15 anos foi encontrada morta, enforcada no tecto do celeiro. O pai não levou a sério o facto de se ter recusado a comer durante dois dias, de ter avisado que queria sentir a mesma dor de Sadam, a quem chamou de patriota.
No vizinho Paquistão, depois de ver as imagens da execução, um rapaz de nove anos morreu devido a uma brincadeira de mau gosto com a irmã mais velha, que o levou a pendurar-se pelo pescoço na ventoínha do tecto.
Em todo o Mundo, os especialistas salientam já o carácter violento das imagens do enforcamento de Saddam. Vistas sem a explicação dos mais velhos, podem provocar alterações graves de comportamento, entre crianças e adolescentes, com problemas, ou mais sensíveis que o habitual.

ESTA É UMA NOTÍCIA RETIRADA DO EXPRESSO
Como dado digno de estudo, por favor, atente-se no último parágrafo, especialmente na frase "Vistas sem as explicações dos mais velhos (...) ou mais sensíveis que o habitual", a qual deixamos sem qualquer comentário, obviamente por falta de capacidade ou para não ultrapassarmos o limite da boa educação!
A nossa sensibilidade diz-nos que esta é a forma de pensar da sociedade actual, em suma, este é o resultado das democracias da moda, as democracias que se mascam como uma qualquer pastilha, apenas porque 'todos os direitos são sagrados', ou seja, vivemos na fase do 80!
O que é a história senão um oceano sujeito às leis da expansão cósmica, cumprindo os seus ciclos de movimento acelerado e de calma embora sempre com tonalidades diferenciadas?



terça-feira, janeiro 02, 2007

sexta-feira, dezembro 29, 2006

Saddam; os humanos continuam a desafiar as lições básicas da História

Mais uma vez, um ex-governante, falo de Saddam, e não vou tecer comentários acerca da sua índole governativa, pois que, para isso, existe muita gente que não se cansa de o fazer, vai ser executado, para gáudio de todos os que querem perpetuar o negócio da guerra.
A partir da sua execução, com o beneplácito dos EUA (país de costumes duros e presumivelmente puros, segundo muitos dos seus autóctones espalhados pelos vários estados e igrejas), estará criado o próximo mito proveniente desta martirização. Neste processo deverão ocorrer muitos mais e terríveis massacres, e não haverá maneira de se prever o fim para esta nova crise, pertença de um velho novelo de crises que se desenvolvem umas sobre as outras, sempre com a conivência de altos (i)responsáveis que teimam em não implementar os ensinamentos que a História faculta aos homens. A pena de morte atrai outras penas de morte, e assim sucessivamente.
Para quê, retirar criminosos (e responsáveis por impensáveis atrocidades) do inferno que continua a ser a Terra?
E o que ganham os povos, quando assistem, impávidos, como se de mais um filme de ficção se tratasse, às execuções entre dirigentes, uns mais legais que outros, dependendo da posição actual e sempre do poder actual das suas armas?
Caminhamos a passos largos para uma catástrofe de proporções dificilmente imagináveis, e todos os tijolos que se vão colocando com vista à consumação das negras previsões são actos também eles criminosos. A legitimidade nunca será motivo de lavagem do próximo crime. mesmo que lhe seja dado o nome de execução.
Consola-me ser europeu, nos costumes, na assumida velhice continental e nas palavras de dirigentes que me podem bem representar afirmando sem temores a sua discordância perante uma acção que felizmente faz parte da nossa herança legal de outros tempos.
Sem possibilidade de se esconderem dos seus actos e das suas ficções, que apenas servem interesses bem longe dos olhares e convicções de quem os elegeu, mais uma vez a vergonha defendida por teses legalistas perfeitamente espúrias se vai colar aos nomes de dirigentes de países ditos desenvolvidos.
Nunca se fecharão ciclos com assassinatos políticos, nunca. E a democracia é, antes de tudo, um estado de elevada educação e respeito pela vida.
A melhor obra de Mozart ficará sempre manchada pelos aspectos mais básicos que regulam qualquer espécie de crime. À justiça dos homens apenas lhe falta um sponsor, que hoje em dia poderá ter naturalmente e cada vez mais visível o sinal da Coke americana.
Não será também assim no TPI?

quarta-feira, dezembro 27, 2006

O mau exemplo!

Muitas vezes nos confrontamos com a dúvida: o que terá corrido mal em Portugal depois de alinharmos no Euro?
Embora a resposta esteja no ar e nas mentes de todos - porque o culpado conhece sempre a solução do seu problema, embora não a distinga na maioria dos casos - apenas hoje chegou a confirmação oficial: Portugal, o mau exemplo, para referência dos próximos países a colocarem a fria moedinha nas suas contas quotidianas. Tão simples como isto: não faça o que aqueles meninos ali do Sul fizeram; de outro modo, espalha-se.
E que será feito dos responsáveis que estiveram a tratar do assunto, na altura, e que deixaram que as coisas chegassem a este ponto? Teriam sido despedidos, com justa causa, ou estão agora a gozar a reforma dourada que normalmente se paga em Portugal sempre que as coisas correm mal?

sábado, dezembro 23, 2006

O princípio do fim de uma barbaridade!

Por fim, as coisas começam a movimentar-se em Espanha.
Com senso político, os espanhóis vão começar pela proibição da morte dos toiros nas arenas; depois, virá o resto, e mais depressa do que pode parecer: o fim das toiradas!
Será que os espanhóis tomarão a dianteira aos lusos, sempre mais papistas que o papa?

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Outro anúncio...

Queridas senhoras, não esqueçais a venda de beneficência! É um bom modo de vos libertardes das coisas inúteis que estorvam em casa. Trazei os vossos maridos.

terça-feira, dezembro 05, 2006

ANÚNCIOS PAROQUIAIS

Recordai na oração todos aqueles que estão cansados e desconfiam da nossa paróquia.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Uma vergonha cósmica...













Os direitos dos seres humanos não estão em causa, ou seja, sabemos que vivemos num mundo que só há muito pouco tempo inscreveu os direitos dos humanos na cartilha dos bons comportamentos, dos comportamentos próprios para gente inteligente. Assim torna-se simples verificar o atraso do espírito humano, da maioria dos seres teoricamente mais inteligentes do planeta Terra.

Ao constatarmos o facto torna-se muito mais difícil escrever e falar sobre o mau trato a que os animais estão sujeitos, especialmente aqueles que servem para a alimentação da população 'inteligente'. Já nem colocamos na mesa a actualíssima dscussão sobre o comer carne ou não; deixemos essa questão para outras calendas, possivelmente para daqui a uns bons anos em que as revelações e a experiência científica poderão ajudar o público consumidor a perceber melhor o seu papel como depositário da tal inteligência, permitam-nos, de certo modo 'mítica'.

Custa, de qualquer modo, muito ler notícias como esta (procurem nas notícias da coluna da direita)! A canalha portuguesa - claro que existe canalha em todos os países do mundo - sofregamente sentada em cima de um lucro de origem esclavagista, trata os animais que são oferecidos à alimentação da população como se de objectos se tratasse.
Abjecto, portanto e nestes casos digno de assassinos efectivos e à solta. Afinal, daqui por um par de anos serão denominados por assassinos pela gente que vier substituir esta grande massa não-pensante que habita, no caso presente, em Portugal. Como a lei é permissiva, ou melhor os sistemas de controlo relativamente a estes excessos, vale tudo aqui no território do faz-de-conta.

Agora por isso: saberá esta gente - se é possível chamar a esta escumalha 'gente' - o que está a ingerir e a relação com as formas de tratamento e morte dos valiosos 'conteúdos' na consequente digestão 'pacóvia' e excessivamente farta na barriga dos brutos?

E não confundam, nem falo como vegetariano, mas são cenas destas que possivelmente vão ajudar a acabar com um comércio perfeitamente inadequado aos desafios que se erguem no presente e futuro da humanidade.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Pobres de nós...

Esta notícia não explica, porque não pode, mas deixa-nos o facto que roça o surreal. Quantos mundos existem neste mundo, sabem?
Contudo, se sabem, como se pode ansiar a uniformização de pensamento, se o local onde ela se encontra não aparece nos exames neurológicos mais ou menos comuns?

terça-feira, novembro 21, 2006

ANÚNCIOS PAROQUIAIS

Para quantos de entre vós têm filhos e não o sabem, temos um espaço preparado para as crianças.

sexta-feira, novembro 17, 2006

Vai Uma Bucha De Super-Poderes?



Ok, no caso português não é assim tão grave. Cá as pessoas geralmente não se atiram para dentro de contentores de resíduos tóxicos, pelo menos não intencionalmente. Mas o que esta notícia nos diz é que talvez sem sabermos, um dia acordemos todos com um aspecto esverdeado, a deitar laser dos olhos e a levantar pianos de cauda com uma mão. Ou então, com um aspecto acinzentado/incolor, com os olhos cegos e a mão a cair-nos do braço. Logo se vê. Isto porque há umas quantas empresas portuguesas de camionagem que usam os seus camiões para fazer o transporte de resíduos tóxicos pele península ibérica (a denuncia foi feita pelos espanhóis) e usam depois os mesmos para transportar… ALIMENTOS! Pois, podia ser outra coisa qualquer, materiais de construção, cortiça, madeira, qualquer coisa, mas não, são mesmo produtos alimentares, para seres humanos, entenda-se. Mas afinal parece que está tudo bem. Não há problema nenhum, podemos estar todos descansados porque segundo o senhor major (atenção à questão do “major”) Jorge Amado, o coordenador do SEPNA (Serviço Especial de Protecção da Natureza), desde que os camiões sejam lavados segundo as normas a coisa passa. E como é que se prova se fora lavados segundo manda a lei? Apresentando uma factura da lavagem… Pois então! Como todos sabemos que a camionagem, os majores e as facturas são coisas desde sempre relacionadas com o bem e a honestidade, porque não começar já a treinar a visão raio-X, ou levantar algumas peças de mobília mais pesadas lá de casa?

terça-feira, outubro 31, 2006

Bush, afinal, também pode ser um 'muro'!

A Bush, só lhe faltava assinar um despacho para a construção de um muro a vincar e a separar, decerto com custos irreparáveis, as fronteiras dos EUA e do México.

Contudo já se sabia que o presidente americano tinha uma afinidade especial para resolver os problemas através de muros, pois a imaginação é um factor que lhe sobra, ainda por cima no lugar de pouca responsabilidade que ocupa.

segunda-feira, outubro 30, 2006

E Quioto, Portugal?

Será apenas um regime de excepção, este de dois dias de calor acima do 'normal'? Que respondam os portugueses responsáveis pelo não cumprimento do protocolo de Quioto!

sexta-feira, outubro 27, 2006

O perigo da palavra tradição

A tradição é uma palavra perigosa, porque geradora de modos de pensar e de actos alinhados com um passado geralmente omisso da nobreza humana.

quinta-feira, outubro 26, 2006

A RTP e os grandes(?) portugueses!

O programa conduzido pela Maria Elisa sobre a peregrina ideia de colocar a ignorância lusa a votar, qual Totoloto, numa personagem que é afirmada pelos ideólogos do programa como o melhor dos portugueses - uma ideia só ao alcance de povos em declíneo - é patético. Sem palavras.
A democracia portuguesa no seu melhor!