sexta-feira, dezembro 01, 2006

Uma vergonha cósmica...













Os direitos dos seres humanos não estão em causa, ou seja, sabemos que vivemos num mundo que só há muito pouco tempo inscreveu os direitos dos humanos na cartilha dos bons comportamentos, dos comportamentos próprios para gente inteligente. Assim torna-se simples verificar o atraso do espírito humano, da maioria dos seres teoricamente mais inteligentes do planeta Terra.

Ao constatarmos o facto torna-se muito mais difícil escrever e falar sobre o mau trato a que os animais estão sujeitos, especialmente aqueles que servem para a alimentação da população 'inteligente'. Já nem colocamos na mesa a actualíssima dscussão sobre o comer carne ou não; deixemos essa questão para outras calendas, possivelmente para daqui a uns bons anos em que as revelações e a experiência científica poderão ajudar o público consumidor a perceber melhor o seu papel como depositário da tal inteligência, permitam-nos, de certo modo 'mítica'.

Custa, de qualquer modo, muito ler notícias como esta (procurem nas notícias da coluna da direita)! A canalha portuguesa - claro que existe canalha em todos os países do mundo - sofregamente sentada em cima de um lucro de origem esclavagista, trata os animais que são oferecidos à alimentação da população como se de objectos se tratasse.
Abjecto, portanto e nestes casos digno de assassinos efectivos e à solta. Afinal, daqui por um par de anos serão denominados por assassinos pela gente que vier substituir esta grande massa não-pensante que habita, no caso presente, em Portugal. Como a lei é permissiva, ou melhor os sistemas de controlo relativamente a estes excessos, vale tudo aqui no território do faz-de-conta.

Agora por isso: saberá esta gente - se é possível chamar a esta escumalha 'gente' - o que está a ingerir e a relação com as formas de tratamento e morte dos valiosos 'conteúdos' na consequente digestão 'pacóvia' e excessivamente farta na barriga dos brutos?

E não confundam, nem falo como vegetariano, mas são cenas destas que possivelmente vão ajudar a acabar com um comércio perfeitamente inadequado aos desafios que se erguem no presente e futuro da humanidade.

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