domingo, setembro 03, 2006

O pior amigo do CÃO











Já não era necessário assistir à actuação de Fiúza, o tal presidente do Gil Vicente, essa maravilhosa construção do estado democrático português nos últimos 30 anos.

O Expresso de ontem aponta o Homem Português, esse espécime que de atrasado tem quase tudo (não esquecer que a pior peça define o nosso HiFi), como exemplo do típico 'abandonador' de animais. A situação é caótica em Lisboa, e se não fosse a boa(!) ajuda da Brisa na maior parte do país (lá se vão executando vários animais perdidos dos seus exemplares donos sem dó nem piedade) a coisa ainda seria pior(!*?).

Destas obras com resultados no nosso pobre quotidiano já ninguém responsável tem qualquer interesse em aparecer aos olhos da população para a recolha de medalhas! Triste, muito triste.

sexta-feira, setembro 01, 2006

Uma pérola de Carmona!

Diz Carmona que a notícia acerca do imbróglio com as obras do Túnel do Rossio "lhe parece mau demais para ser verdade", precisamente o comentário que este pássaro está capacitado para fazer à mesa de um qualquer café.

Nunca percebi porque produzem geralmente os políticos no activo comentários com a mesma profundidade com que eu os desenvolvo enquanto tomo uma bica!

sábado, agosto 26, 2006

Em Portugal vale tudo...











E parece que os responsáveis pelas discotecas K se estão borrifando para os tribunais portugueses - é verdade que os ditos estão longe de ter qualidade europeia mas, num estado de direito como presumivelmente é o nosso, é coisa de pasmar -!
A notícia é lamentável e reflecte o estado de vandalismo legal que grassa cá pelo território. Mais uma!

segunda-feira, agosto 21, 2006

sábado, agosto 19, 2006

Ensino básico!

Como se poderá denominar um povo que passa a vida a sujar o chão de sua casa?
Consulte a 'pista' para produzir uma resposta correcta!

sexta-feira, agosto 18, 2006

O Ministro tem razão!

'O país falhou nos últimos 30 anos', diz ele. Presumivelmente parece estar a referir-se à questão da Prevenção, mas não, o Ministro só passará a ter razão se a sua afirmação for contextualizada no âmbito do falhanço a um nível geral, aí sim, o País falhou rotundamente.
Mais, hoje, Portugal é um falhanço porque nem Portugueses parece habitarem nele!

quarta-feira, agosto 16, 2006

Tempo de luto!

















Parece que começou a época de caça. Aquela época em que os caçadores (daqui a 50 anos serão considerados assassinos ou pessoas a evitar pela legislação da altura) podem atirar aos pombos, rolas e outros colegas e afins. Diz a notícia que os meios para a fiscalização não parecem óptimos ou sequer aceitáveis - faltam fiscais, pois o país está de tanga e não há verbas, dizemos nós.
Caçador é - na maior parte das vezes - um gatuno qualquer que tem licença de porte de arma de caça (agora qualquer um pode ter porque a fiscalização é igual a zero, dizemos nós) e que vai matar à vontade para resolver as suas depressões caseiras, possivelmente problemas relativos a erecção e afins.
Depois e para agravar, utiliza cães. Mais grave ainda é que assim que não necessitar do serviço dos ditos devolve-os à morte (como não poderia deixar de ser) abandonando-os nas auto-estradas de forma perfeitamente terrível.
Não somos nós que o dizemos, o estudo foi feito e este é um aspecto que caracteriza o caçador português da actualidade.
Uma merda este português caçador!
Assim e em sua homenagem deixamos este cartoon e que lhe faça bom proveito.

sábado, agosto 05, 2006

O povo português é atrasado e deixa-se levar!

O grande negócio dos fogos continua 'em grande', em Portugal.
Especialmente no Norte do país os incendiários são mais que muitos, fazendo com que o negócio 'do ar' seja extremamente rentável.
Parece que sim - à primeira vista - que tudo mudou na Natureza e nas temperaturas, mas não é verdade. Frios, muitos e calores, pfffff, mais que muitos, sempre houve, mas incêndios com esta relevância nunca foram notícia. Então o que mudou? Obvio: o interesse em negócios que passam pelo fogo, pelo acender e apagar.
Para ajudar à festa têm os incêndios merecido honras de espectáculo nas TVs, com câmaras trabalhadeiras junto aos bombeiros e um destaque cada vez maior como se de um filme de ficção se tratasse. Vão-se prendendo uns executivos, mas aqueles que lhes pagam... nunca aparecem. Um caso para detectives de grande dimensão profissional!

O facto de 'o povo se deixar levar' tem a ver com aquela frase politicamente correcta e que diz que quem não vota não ajuda a democracia e pode colocá-la em perigo! Nem os alentejanos consequem anedotas tão boas como esta!

Branqueamentos S. A.

Em Portugal existe uma espantosa actividade relacionada com 'branqueamentos', que faz hoje inveja aos bons malandros do resto do mundo!

terça-feira, agosto 01, 2006

Finanças: a decisão é boa ou má?

Parecendo ser completamente estapafúrdia - o que me parece só dever acontecer num país em que a consciência cívica é igual a zero (e não batam mais no ceguinho do 'anterior regime') - a decisão de publicar listas, nomeando devedores assumidos ao fisco, não é que a surpresa aconteceu?
Lá foram eles, a maior parte dos pró-calotes, pagar à pressa as suas velhas contas e eis que a medida do Estado ganhou eficácia.
País actualmente pobre de mentalidades?
Pois, parece que sim. É que uns estão para os outros, e parece que o Governo actual conhece bem as manhas do português típico pós-cravista. Porque será?

Ainda por cima isto passa-se com um Ministério das Finanças que funciona mal a maior parte das vezes e que até é devedor também assumido de empresas e particulares. Que fazer?

Mas por outro lado, e sem desempatar, temos que levar com o Presidente da Ass. dos Contribuintes muito chateado com a decisão, mostrando satisfação com o hipotético caso de um engano fatal nas listas para, assim, poder levar o Governo a tribunal, conforme incitação massiva durante o santo dia nos meios nacionais!
Quer dizer, eu pago, tu pagas, o outro não paga e adivinha quem se lixa? Será que há filhos e enteados na 'nova democracia portuguesa'? Questão simples para a historiografia, daqui por 50 anos, claro.

A história dos direitos e deveres como matéria é muito difícil para o português actual. Joga e perde sempre!

segunda-feira, julho 31, 2006

Fogo, não posso deixar de escrever...

Na sequência de outros anteriores, este governo tem pactuado (resta apenas saber em que grau) com o 'negócio' dos incêndios em Portugal.
Não há palavras para descrever, no seu triste conjunto, um crime de tão grande envergadura, digno dos maiores atentados que se têm feito ao país.

Acuso os Governos de Portugal de conluio, acuso os portugueses detentores desse conhecimento de traição!

Por vezes a Justiça, a verdadeira, chega tarde, mas chega... sempre!

quarta-feira, julho 26, 2006

Oh, Israel, porque abusas de uma razão?

E este alvo de 'azul' pintado e com as letras 'UN' também foi estudado meticulosamente?
Ou os canos dos canhões estão desfasados da realidade?
Israel deseja uma guerra séria; os EUA também; o Hezbollah também; os fanáticos dos dois lados também; os teóricos realistas também; e as crianças que ainda não são de ninguém?

quinta-feira, julho 20, 2006

Médio Oriente... a ignorância...

Do ar fui observador de umas fotos que me enviaram do Líbano.
Não posso deixar de registar o choque, porque não há homenagens para prestar, que é ver as vítimas da chacina quotidiana que por ali se vai produzindo.
Só os 'realistas', os políticos do passado podem prestar homenagens. A morte nunca se resolverá com homenagens. Não passam apenas de estúpidas desculpas ou tentativas de limpeza de consciências mal arrumadas de gente que não fez tudo para evitar os males da guerra. Sim, essa guerra que os teóricos defendem como necessária. apenas também porque as bombas não lhes caiem na cabeça e não lhes desfaz os filhos como aconteceu a estes dos quais ninguém estará interessada em soletrar os nomes. Nomes que continuarão desconhecidos como se nunca tivessem vivido na Terra.

As crianças por terra, perfeitamente em partes, queimadas e naturalmente mortas, não autorizam ninguém a dizer... nada para defesa de princípios, de política, de seja o que for.
Em 2006, assistir a esta barbárie, sem poder fazer grande coisa senão apelar ao desconhecido ou rezar, é uma dor que já nem se sente, porque a partir daqui o que vemos não tem sentido, são apenas imagens que não desejamos reais.

Os responsáveis de Israel, Hezbollah, os americanos, os russos, os isto, os aquilo, 'puta que os pariu a todos', porque não estão cá a fazer nada, diz cá o pássaro. De outro modo mostrariam utilidade!

Lixem-se! Muito, se puderem.

segunda-feira, julho 17, 2006

COMEÇOU!



Começou hoje a quinzena da Argentina no Distância Focal. Até dia 31 deste mês serão postados os videos mais aguardados deste Verão na blogoesfera. É uma vaga de calor que vem da Argentina!

quinta-feira, julho 13, 2006

A Não Perder!



Brevemente no Distância Focal vai ter lugar a Quinzena da Argentina*, ao longo da qual será exibida uma compilação de videos das maiores "bombas" argentinas do momento.
*Vivamente aconselhado para quem gosta de mulheres!

Outra vez, Zidane!

Trágica esta forma de ver o futebol! Um jogo imperfeito mas que, todavia, tem regras, imperfeitas também elas mas regras!

Uma agressão é uma agressão! Uma brutal agressão é uma brutal agressão.
Zidane mostrou-se cobarde.
Quando se agride um adversário com a má fé com que ele o fez, o perdão morre solteiro. E não se perdoa porquanto se sabe que só os tribunais desportivos podem intervir 'na jogada'. Como ele também sabe!

Foi insultado? E depois? Em todos os jogos a sério onde ele tem jogado os insultos são uma parte integrante. Em alta competição os insultos fazem parte do jogo 'industrial'. A capacidade mental dos jogadores fazem parte do jogo 'industrial'. Sempre que se dá uma agressão por parte de um jogador isso é apenas o sinal da sua maior fraqueza mental. E normalmente perde. O facto de uma personagem devedora à boa educação insultar a minha mãe não quer dizer que ela se transforme na forma revelada no insulto, e muito menos se for num jodo de futebol 'industrial'! O artista Zidane foi preparado para isto como trabalhador de um espectáculo de massas. Desporto é outra coisa, é coisa de ideais, e continua a existir, mas não num Mundial da FIFA! Não sejamos 'tolos'.

O 'senhor avesso', Filipe Moura de seu nome, muito incomodado com a simpatia portuguesa e o tom afável utilizado na sua conduta 'já longa' (pertence ao carácter genético e tem pouco a ver com a ditadura - da qual ele só deve saber o que leu nos livros do professor Rosas, o que se torna pouco, então), deve ser defensor daquele ditado muito português, revestido de atavismo, e que diz assim: "quem não sente não é filho de boa gente"!
Ora aqui está um exemplo da confusão que vai na mente dos novos talentos do jornalismo em Portugal. Com tanto disparate nas escolhas eleitorais (também não havia muito mais para escolher...) o resultado só poderia dar nisto! Vivam as beiças machistas portuguesas tão bem defendidas por tão nobre gente!

Zidane perdeu, porque foi mais fraco, mentalmente.
Depois do desastre, ser defendido por altos responsáveis políticos e por 'jornalistas' é, embora aparente ser democrático, gravíssimo; é o branquear de uma acção que correu mundo através da TV e que vai fazer qualquer miúdo acreditar que pode agredir e ser premiado.

Essa questão do assumir, em determinados contextos, é trágica. Assumir é de responsável, pedir desculpa é de gente grande, coisa que o tal Zidane - não é! Sai a Chirac, um pobre, perdido numa Europa à procura de 'gente'!

Ainda no dia de ontem um puto mal formado e de cuja acção irresponsável resultou a morte de 6 pessoas, assumiu e disse-se arrependido! Nem as desculpas o salvam (coisa que já aconteceria com Zidane). E depois? Morreram 6 pessoas. Trágico, porque não há mais para dizer!
A maior parte dos frios assassinos assinalados na história das gentes ocidentais assumiram todos o que fizeram. E depois? Não passaram a emdalhados por isso, pelo contrário.

Zidane comprometeu um título e uma equipa que trabalhou para ele, e que fez? Assumiu (e era preciso? podia ter dito que as câmaras se enganaram?), e qual besta quadrada, destilando a vaidade inerente aos fracos, não pediu desculpa! Parece que até vai ser premiado, em mais que um palco.

O 'senhor avesso', Filipe Moura, defende que se deve defender os agressores que pratiquem as suas agressões à vista de toda a gente! Será preciso dizer mais?

O que é fantástico é que este senhor encontra-se (diz ele) a estagiar num jornal. Será este o preço da democracia? Temos então que clamar pelo aparecimento de 'agressores traiçoeiros', rápido e em força, de maneira a serem louvados no blogue do 'senhor avesso', Filipe Moura?

Maravilhoso 'mundo novo'! Ao fim de 30 anos, a ética, qualidade que sempre acompanhou os bons jornalistas... foi-se! Onde se formam estes novos estagiários? Escola privada? Pública? Não interessa, em Portugal, claro!

Ah!, o italiano que o provocou? Apenas um jogador profissional, que utiliza uma arma vil 'o insulto' como instrumento do próprio jogo (decerto que no final do jogo o iríamos ver abraçado a Zidane e a pedir-lhe a camisola, pedindo-lhe também desculpas pelo seu jogo feio, mas que compreendesse que a asunto não tinha a mínima motivação pessoal, blá, blá...) , no fundo, um trabalhador de uma indústria que vende vitórias ' a granel', o Futebol, cuja organização está nas mãos de... como direi, talvez de gente de 'convicções duvidosas', porque de outra forma mudavam as regras do jogo e aí, com um bom sistema de captação individual, o público ficaria a saber todas as palavras ditas pelos intervenientes! E depois, o que se faria com a falta de escoamento dos maus fígados... populares?

segunda-feira, julho 10, 2006

Portugal a arder... outra vez!

Pensei não voltar a tocar no assunto. Tenho a convicção que me torno um 'chato'. Lá vem o tipo de novo com a conversa dos incêndios, dirão!
Mas já morreram uns quantos seres humanos. Pessoas que tinham sentir, família, projectos e sei lá que mais. Como nós! Como todos os que vão assistindo montados numa mula chamada 'pachorra' ao fenómeno da moda, os incêndios sazonais em Portugal. Um triste cartaz turístico, mas pelos vistos para continuar (olha a prevenção!).

Por sorte, não fomos campeões do Mundo em futebol. Seria, de certo modo, incompreensível, como é que num país exportador de jogadores de futebol de altíssima craveira o fogo fosse um óbice para os treinos dos referidos artistas(?) em altura de veraneio.

Mas somos assim. Vamos assistindo à estupidez de um povo mal educado (e quando se diz mal educado estaremos sempre a referir a qualidade das elites que não têm capacidade para o educar e que de elites apenas detêm a fama), e à complacência de governantes que vão estimulando o negócio aéreo de pretenso apagamento de fogos, distribuindo chorudas remessas de dinheiro aos inteligentes empresários que lucram com as faúlhas em estado puro e selvagem.

Sempre a evoluir em direcção ao abismo. Só precisamos de saber a quem se devem dirigir os agradecimentos!

sexta-feira, julho 07, 2006

E Viva a Argentina!!!



Agora que "já fomos" no mundial, é tempo de pensar em coisas boas, no sol, na praia, nas piscinas, nas argentinas...