segunda-feira, maio 21, 2007

Notícia perigosa

Perigosa esta notícia. Parece apelar a uma forma qualquer de revolta.
O modo como os órgãos de comunicação fazem uso indiscriminado da sua falta de regulação é, no minimo, perigosa.

Esta parece ser uma notícia colocada de forma irresponsável. Esta é uma forma de envenenamento com o rabo já muito de fora.

Portugal esta a resvalar. E quem chama a isto 'democracia' brinca com o fogo!

segunda-feira, maio 14, 2007

Filomena Teixeira, a face do atraso dos responsáveis

A mãe portuguesa, depois do acontecido com a menina britânica, no Algarve, mostra a face da impotência e do laxismo português com tudo o que é nosso!

Em Portugal o hábito é lavar! E só nos mexemos se os media internacionais nos colocam em 'xeque'.

1998 foi já ali ao lado, não aconteceu no século passado!
Só falta dizer que a Internet é a responsável pela maior eficácia das conclusões, deixando de lado a questão da solidariedade , das leis internas e da consciência - ou a falta dela - de muitos portugueses responsáveis!

O problema não é a polícia portuguesa. A nossa polícia é óptima; a questão legal é que talvez nos trame!

O maior valor de um trabalho - em qualquer área profissional - é a qualidade da prevenção!

Filomena, uma grande, grande força para si! Não desista!

segunda-feira, abril 09, 2007

O preço de um sistema que é um fracasso

Mais um assalto a um posto gasolineiro, mais uma morte perfeitamente estúpida e inglória.
Este é apenas mais um caso que vai aparecer nas páginas dos jornais lusos. Assim se alimentam de ordenados uma série de profissionais 'de qualquer notícia', que é para isso que eles existem.
Este país 'sem plano' vai-se - dizem os arautos da governação - banalizando numa espiral de pretenso desenvolvimento. E a noção de desenvolvimento é apenas tornarmo-nos compatíveis com o crime e a banalização da morte.
É o exemplo de Estado - pago pelos contribuintes - que se está nas tintas para o seu inevitável dever de controlar e exercer a violência em nome de quem paga.
Claro que esta violência legitimada não seria de todo necessária se à frente dos destinos desta nação à beira mar plantada não tivessem estado ao longo dos anos demagogos e artífices de negócios em nome de quem raramente dá a cara.
Num país em que os arguidos desfazem na Justiça em espaço nobre da televisão pública sob a complacência de todo um povo - calado e submisso, como foi sempre seu apanágio -, num país em que a Lei do Oeste, importada das pradarias do Novo Continente, está no auge, é de esperar o pior para os próximos tempos.
O país dos partidos em nome 'do desconhecido' está possivelmente a agonizar.
Como dizia uma pessoa conhecida, 'o país está perigoso', e para quem não reconhece as lições da história, preparemo-nos para qualquer coisa mesmo... má!

domingo, janeiro 07, 2007

A ineficácia portuguesa na Nazaré!

Não vale a pena tentar mostrar ao Mundo que somos desenvolvidos - EXPO, Euro 2004, etc. - porque não temos capacidade para defender quem merece ser defendido.

O caso da Nazaré é pura e simplesmente uma vergonha! Somos pobres e continuamos subdesenvolvidos para o que verdadeiramente interessa. E é uma pena!

Quase sem comentários

Três crianças morrem ao imitar execução de Saddam Hussein
A execução de Sadam Hussein é assunto interno iraquiano, diz o Governo de Bagdade, que ameaça cortar relações com os países que criticaram a condenação à morte. A última polémica está agora relacionada com a morte de três crianças, depois de terem visto as imagens do enforcamento.
A morte de Saddam, a milhares de quilómetros de distância, provocou a dor e a tragédia, na casa dos Pelico, emigrantes da Guatemala que vivem no Texas. A família chora a morte de Sérgio. Tinha 10 anos. Morreu a imitar a execução do antigo ditador iraquiano.
Mas Sérgio não foi o único jovem que morreu a imitar o enforcamento de Sadam Hussein. Numa aldeia do leste da Índia, Moon Moon, uma menina de 15 anos foi encontrada morta, enforcada no tecto do celeiro. O pai não levou a sério o facto de se ter recusado a comer durante dois dias, de ter avisado que queria sentir a mesma dor de Sadam, a quem chamou de patriota.
No vizinho Paquistão, depois de ver as imagens da execução, um rapaz de nove anos morreu devido a uma brincadeira de mau gosto com a irmã mais velha, que o levou a pendurar-se pelo pescoço na ventoínha do tecto.
Em todo o Mundo, os especialistas salientam já o carácter violento das imagens do enforcamento de Saddam. Vistas sem a explicação dos mais velhos, podem provocar alterações graves de comportamento, entre crianças e adolescentes, com problemas, ou mais sensíveis que o habitual.

ESTA É UMA NOTÍCIA RETIRADA DO EXPRESSO
Como dado digno de estudo, por favor, atente-se no último parágrafo, especialmente na frase "Vistas sem as explicações dos mais velhos (...) ou mais sensíveis que o habitual", a qual deixamos sem qualquer comentário, obviamente por falta de capacidade ou para não ultrapassarmos o limite da boa educação!
A nossa sensibilidade diz-nos que esta é a forma de pensar da sociedade actual, em suma, este é o resultado das democracias da moda, as democracias que se mascam como uma qualquer pastilha, apenas porque 'todos os direitos são sagrados', ou seja, vivemos na fase do 80!
O que é a história senão um oceano sujeito às leis da expansão cósmica, cumprindo os seus ciclos de movimento acelerado e de calma embora sempre com tonalidades diferenciadas?



terça-feira, janeiro 02, 2007

sexta-feira, dezembro 29, 2006

Saddam; os humanos continuam a desafiar as lições básicas da História

Mais uma vez, um ex-governante, falo de Saddam, e não vou tecer comentários acerca da sua índole governativa, pois que, para isso, existe muita gente que não se cansa de o fazer, vai ser executado, para gáudio de todos os que querem perpetuar o negócio da guerra.
A partir da sua execução, com o beneplácito dos EUA (país de costumes duros e presumivelmente puros, segundo muitos dos seus autóctones espalhados pelos vários estados e igrejas), estará criado o próximo mito proveniente desta martirização. Neste processo deverão ocorrer muitos mais e terríveis massacres, e não haverá maneira de se prever o fim para esta nova crise, pertença de um velho novelo de crises que se desenvolvem umas sobre as outras, sempre com a conivência de altos (i)responsáveis que teimam em não implementar os ensinamentos que a História faculta aos homens. A pena de morte atrai outras penas de morte, e assim sucessivamente.
Para quê, retirar criminosos (e responsáveis por impensáveis atrocidades) do inferno que continua a ser a Terra?
E o que ganham os povos, quando assistem, impávidos, como se de mais um filme de ficção se tratasse, às execuções entre dirigentes, uns mais legais que outros, dependendo da posição actual e sempre do poder actual das suas armas?
Caminhamos a passos largos para uma catástrofe de proporções dificilmente imagináveis, e todos os tijolos que se vão colocando com vista à consumação das negras previsões são actos também eles criminosos. A legitimidade nunca será motivo de lavagem do próximo crime. mesmo que lhe seja dado o nome de execução.
Consola-me ser europeu, nos costumes, na assumida velhice continental e nas palavras de dirigentes que me podem bem representar afirmando sem temores a sua discordância perante uma acção que felizmente faz parte da nossa herança legal de outros tempos.
Sem possibilidade de se esconderem dos seus actos e das suas ficções, que apenas servem interesses bem longe dos olhares e convicções de quem os elegeu, mais uma vez a vergonha defendida por teses legalistas perfeitamente espúrias se vai colar aos nomes de dirigentes de países ditos desenvolvidos.
Nunca se fecharão ciclos com assassinatos políticos, nunca. E a democracia é, antes de tudo, um estado de elevada educação e respeito pela vida.
A melhor obra de Mozart ficará sempre manchada pelos aspectos mais básicos que regulam qualquer espécie de crime. À justiça dos homens apenas lhe falta um sponsor, que hoje em dia poderá ter naturalmente e cada vez mais visível o sinal da Coke americana.
Não será também assim no TPI?

quarta-feira, dezembro 27, 2006

O mau exemplo!

Muitas vezes nos confrontamos com a dúvida: o que terá corrido mal em Portugal depois de alinharmos no Euro?
Embora a resposta esteja no ar e nas mentes de todos - porque o culpado conhece sempre a solução do seu problema, embora não a distinga na maioria dos casos - apenas hoje chegou a confirmação oficial: Portugal, o mau exemplo, para referência dos próximos países a colocarem a fria moedinha nas suas contas quotidianas. Tão simples como isto: não faça o que aqueles meninos ali do Sul fizeram; de outro modo, espalha-se.
E que será feito dos responsáveis que estiveram a tratar do assunto, na altura, e que deixaram que as coisas chegassem a este ponto? Teriam sido despedidos, com justa causa, ou estão agora a gozar a reforma dourada que normalmente se paga em Portugal sempre que as coisas correm mal?

sábado, dezembro 23, 2006

O princípio do fim de uma barbaridade!

Por fim, as coisas começam a movimentar-se em Espanha.
Com senso político, os espanhóis vão começar pela proibição da morte dos toiros nas arenas; depois, virá o resto, e mais depressa do que pode parecer: o fim das toiradas!
Será que os espanhóis tomarão a dianteira aos lusos, sempre mais papistas que o papa?

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Outro anúncio...

Queridas senhoras, não esqueçais a venda de beneficência! É um bom modo de vos libertardes das coisas inúteis que estorvam em casa. Trazei os vossos maridos.

terça-feira, dezembro 05, 2006

ANÚNCIOS PAROQUIAIS

Recordai na oração todos aqueles que estão cansados e desconfiam da nossa paróquia.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Uma vergonha cósmica...













Os direitos dos seres humanos não estão em causa, ou seja, sabemos que vivemos num mundo que só há muito pouco tempo inscreveu os direitos dos humanos na cartilha dos bons comportamentos, dos comportamentos próprios para gente inteligente. Assim torna-se simples verificar o atraso do espírito humano, da maioria dos seres teoricamente mais inteligentes do planeta Terra.

Ao constatarmos o facto torna-se muito mais difícil escrever e falar sobre o mau trato a que os animais estão sujeitos, especialmente aqueles que servem para a alimentação da população 'inteligente'. Já nem colocamos na mesa a actualíssima dscussão sobre o comer carne ou não; deixemos essa questão para outras calendas, possivelmente para daqui a uns bons anos em que as revelações e a experiência científica poderão ajudar o público consumidor a perceber melhor o seu papel como depositário da tal inteligência, permitam-nos, de certo modo 'mítica'.

Custa, de qualquer modo, muito ler notícias como esta (procurem nas notícias da coluna da direita)! A canalha portuguesa - claro que existe canalha em todos os países do mundo - sofregamente sentada em cima de um lucro de origem esclavagista, trata os animais que são oferecidos à alimentação da população como se de objectos se tratasse.
Abjecto, portanto e nestes casos digno de assassinos efectivos e à solta. Afinal, daqui por um par de anos serão denominados por assassinos pela gente que vier substituir esta grande massa não-pensante que habita, no caso presente, em Portugal. Como a lei é permissiva, ou melhor os sistemas de controlo relativamente a estes excessos, vale tudo aqui no território do faz-de-conta.

Agora por isso: saberá esta gente - se é possível chamar a esta escumalha 'gente' - o que está a ingerir e a relação com as formas de tratamento e morte dos valiosos 'conteúdos' na consequente digestão 'pacóvia' e excessivamente farta na barriga dos brutos?

E não confundam, nem falo como vegetariano, mas são cenas destas que possivelmente vão ajudar a acabar com um comércio perfeitamente inadequado aos desafios que se erguem no presente e futuro da humanidade.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Pobres de nós...

Esta notícia não explica, porque não pode, mas deixa-nos o facto que roça o surreal. Quantos mundos existem neste mundo, sabem?
Contudo, se sabem, como se pode ansiar a uniformização de pensamento, se o local onde ela se encontra não aparece nos exames neurológicos mais ou menos comuns?

terça-feira, novembro 21, 2006

ANÚNCIOS PAROQUIAIS

Para quantos de entre vós têm filhos e não o sabem, temos um espaço preparado para as crianças.

sexta-feira, novembro 17, 2006

Vai Uma Bucha De Super-Poderes?



Ok, no caso português não é assim tão grave. Cá as pessoas geralmente não se atiram para dentro de contentores de resíduos tóxicos, pelo menos não intencionalmente. Mas o que esta notícia nos diz é que talvez sem sabermos, um dia acordemos todos com um aspecto esverdeado, a deitar laser dos olhos e a levantar pianos de cauda com uma mão. Ou então, com um aspecto acinzentado/incolor, com os olhos cegos e a mão a cair-nos do braço. Logo se vê. Isto porque há umas quantas empresas portuguesas de camionagem que usam os seus camiões para fazer o transporte de resíduos tóxicos pele península ibérica (a denuncia foi feita pelos espanhóis) e usam depois os mesmos para transportar… ALIMENTOS! Pois, podia ser outra coisa qualquer, materiais de construção, cortiça, madeira, qualquer coisa, mas não, são mesmo produtos alimentares, para seres humanos, entenda-se. Mas afinal parece que está tudo bem. Não há problema nenhum, podemos estar todos descansados porque segundo o senhor major (atenção à questão do “major”) Jorge Amado, o coordenador do SEPNA (Serviço Especial de Protecção da Natureza), desde que os camiões sejam lavados segundo as normas a coisa passa. E como é que se prova se fora lavados segundo manda a lei? Apresentando uma factura da lavagem… Pois então! Como todos sabemos que a camionagem, os majores e as facturas são coisas desde sempre relacionadas com o bem e a honestidade, porque não começar já a treinar a visão raio-X, ou levantar algumas peças de mobília mais pesadas lá de casa?

terça-feira, outubro 31, 2006

Bush, afinal, também pode ser um 'muro'!

A Bush, só lhe faltava assinar um despacho para a construção de um muro a vincar e a separar, decerto com custos irreparáveis, as fronteiras dos EUA e do México.

Contudo já se sabia que o presidente americano tinha uma afinidade especial para resolver os problemas através de muros, pois a imaginação é um factor que lhe sobra, ainda por cima no lugar de pouca responsabilidade que ocupa.

segunda-feira, outubro 30, 2006

E Quioto, Portugal?

Será apenas um regime de excepção, este de dois dias de calor acima do 'normal'? Que respondam os portugueses responsáveis pelo não cumprimento do protocolo de Quioto!

sexta-feira, outubro 27, 2006

O perigo da palavra tradição

A tradição é uma palavra perigosa, porque geradora de modos de pensar e de actos alinhados com um passado geralmente omisso da nobreza humana.

quinta-feira, outubro 26, 2006

A RTP e os grandes(?) portugueses!

O programa conduzido pela Maria Elisa sobre a peregrina ideia de colocar a ignorância lusa a votar, qual Totoloto, numa personagem que é afirmada pelos ideólogos do programa como o melhor dos portugueses - uma ideia só ao alcance de povos em declíneo - é patético. Sem palavras.
A democracia portuguesa no seu melhor!

sábado, outubro 21, 2006

Entre-os Rios ou entre culpas?

A sentença do Tribunal, ilibando os acusados do processo, deixa, mais uma vez, o contribuinte a 'coçar a cabecinha'! Impõe-se a pergunta: funciona a Justiça?
Bem, houve um julgamento, houve uma sentença, daí poder responder-se que sim, que funciona. Mas, e neste processo não há culpados? Será verdade aquilo que ouvi a um advogado de defesa, dizendo que a ponte caiu 'de causas naturais'? Se é assim, está na hora de se poupar com os engenheiros e consequentemente com os departamentos do estado que tratam das obras públicas!
E só nos resta rezar e comprarmos suficientes amuletos sempre que passarmos numa ponte em território nacional. Que lástima!

sexta-feira, outubro 13, 2006

O fim da barbárie?

Esta notícia é mais um sinal do avanço da espécie rumo à responsabilidade que detém na condução do planeta onde vive e coabita com seres 'irmãos', necessitados dos seus cuidados, não das suas patifarias'!

segunda-feira, outubro 09, 2006

Militares, possíveis, desejáveis e urgentes ocupações











Já dizia Carl Sagan nas 'Ligações Cósmicas', Gradiva, que...

"A história da exploração da superfície da Terra tem sido largamente uma história militar; emparte porque é uma aplicação apropriada das tradições militares de organização e coragem pessoal. São as outras tradições militares que hoje nos colocam em perigo. (...) E sabe-se que a grande maioria dos astronautas e cosmonautas têm sido militares. Isto é certamente bom. Quantos mais estiverem ocupados lá em cima, menos estarão ocupados cá em baixo."

quarta-feira, outubro 04, 2006

...
A guerra não é
Nunca de ideias,
É sempre de falta delas.

MARTHIYA DE ABDEL HAMID
SEGUNDO ALBERTO PIMENTA

Ed. & ETC, 2005

domingo, outubro 01, 2006

quarta-feira, setembro 20, 2006

A Lista Negra dos Municípios, os Pró-Touradas!

Aqui segue uma lista de Municípios portugueses que estão atrasados relativamente ao que é a nova postura do ser humano, numa Terra toda ela a necessitar de mudanças drásticas relativamente à sua preservação e no convívio que se deseja saudável e inteligente para com os outros organismos.

Enquanto não entendermos o nosso posicionamento na escala, enquanto não entendermos a nossa responsabilidade perante tudo o que nos envolve, não passaremos apenas de vírus com cabeça, pernas e braços. E os vírus são normalmente objecto de destruição!

segunda-feira, setembro 18, 2006

Fraquezas do sistema democrático

Uma notícia preocupante. Sempre que um sistema abre a porta a 'pesadelos', algo não vai bem na sua estrutura!

Volta, Joana! Estás perdoada.

Nem só os canais privados são competentes em matéria de novelas. Agora, vêm da 'esquerda' e com produção do SOL. Não, não é o que está a pensar, é do SOL mas da Terra, de Portugal, não o que aquece mas o que se pode ler. A não perder o 1º episódio...

domingo, setembro 17, 2006

O Papa parece que meteu o pé na poça!












Nas relações internacionais dos dias de hoje, possivelmente como nos 'dias de sempre', a prestação do chefe católico deseja-se política porque político foi sempre o seu posicionamento perante os diversos povos, os diversos crentes das variadas 'crenças' e especialmente perante a ignorância ancestral dos povos, de todos os povos da Terra.
Aquilo que se pede a um PAPA actualmente é que, mais que um bombeiro, se apresente na pele de uma personagem conhecedora das dores da humanidade e com capacidade para prever os incêndios do mundo, especialmente quando eles se encontram espalhados por áreas nas quais só muito dificilmente poderá ser obtido sucesso no verdadeiro combate às causas que não nas tentativas pejadas de uma hipocrisia surda e fria e que tem acompanhado as públicas manifestações dos líderes políticos dos diversos lados.

Este PAPA é um académico, diz-se. Óptimo, se deixar então um pouco do dogma de lado e puser a cabecinha a funcionar poderá dar uma ajuda aos seus 'adeptos' não inflamando mais o outro lado da inflamação, especialmente aqueles que estão sempre à espera das faúlhas do ocidente descontraído para poderem justificar o injustificável. É isto que se espera de um PAPA, certo?

Contudo, se um qualquer líder político faz o papel do ofendido com as palavras do PAPA num discurso proferido numa universidade, e ainda por cima quando as palavras mágicas ganham cobertura na forma de citação, estamos seguramente perante um empolamento que traz água no bico (em linguagem de pássaro) e mais, terá na sua retaguarda intenções decerto muito complicadas.

Não se compreende, e em termos de estadista com responsabilidades acrescidas, que Bento, o XVI, não se tenha referido com carácter crítico ao facto de os extremismos levarem sempre ao precipício, fornecendo como exemplo 'as cruzadas católicas', ' a inquisição católica', as ordens fundamentalistas católicas, etc., e tenha apenas referido o Islão como crença ligada à ponta da espada.

Nos dias de hoje, falar em Terra de ignorantes é muito complicado, e porquê? Simplesmente porque a Fé costuma ser... cega!


quarta-feira, setembro 13, 2006

Sempre a estrear!

Cat's, diz a notícia, esse brilhante musical 'português' (dizemos nós com um levíssimo sorriso ao canto!), estreia de novo em Portugal.
Haverá país, no mundo inteiro, onde este musical tenha estreado mais vezes? E com o apoio total dos media portugueses? Somos mesmo parolos! Ainda por cima a fazer promoção de 'castings' de 3ª categoria não portugueses!

Justiça portuguesa? Filme de terror! Não funciona.

Mais uma notícia de terror. São cadastrados, violência a um nível surpreendente! Palavras para quê? Entretanto já passaram pelas prisões, eram conhecidos da polícia, pa ta ti pa ta ta...
O contribuinte que levou com a 'fava'... lixou-se! O sistema não funciona.

segunda-feira, setembro 11, 2006

Terror, outra versão...

Esta notícia é um hino à aceitação dos Deuses e Demónios, essas qualidades próprias do 'ser humano'. Sem palavras!

sexta-feira, setembro 08, 2006

Massacre!

À hora a que este pássaro escreve este 'post', a RTP contribui para um massacre no Campo Pequeno!

É uma evidência o facto do nome atribuído à 'renovada Catedral da Tortura em Portugal' - com disfarces comerciais nas partes mais baixas - conter a palavra 'pequeno'. Não poderia lá existir outra expressão mais apropriada!

quarta-feira, setembro 06, 2006

Uma no cravo...?

O texto mais importante dos últimos tempos, o de Júdice no Público de 30 de Agosto passado.
Um excerto,

"Tudo começa no sistema de partidos. Admito que a prazo o sistema democrático se possa estruturar sem ou apesar dos partidos políticos. Penso, aliás, que quanto mais os partidos demorarem a reformar-se, mais provável será que se tornem desnecessários ao funcionamento do sistema. Mas por enquanto são incontornáveis, até porque o modelo constitucional é aquilo a que Zampetti chamava "um Estado democrático de partidos". E, em minha opinião, é preferível tentar salvar o sistema de partidos do que apostar no desconhecido de uma solução alternativa."

Alucinações radiofónicas

Viajando na paz possível, o volante agarrado com muita fé, uma certa ingenuidade no olhar fixo na estrada de piso incerto e 'brisas' impantes de não sei o quê e ouço a voz que vem da rádio, daquela estação de reinado seguro nos blocos noticiosos e análises q.b., a TSF, e o susto!, por fim o susto!
Pareceu-me, entretanto, ter ouvido "... e finalmente conseguiram conseguir o prémio." Se não foi isto que ouvi foi muito próximo. Certo, certo é que conseguiram conseguir é a expressão conhecida pela fava aqui na memória do passarinho.
E porque não? Todos temos direito a errar, né?

domingo, setembro 03, 2006

O pior amigo do CÃO











Já não era necessário assistir à actuação de Fiúza, o tal presidente do Gil Vicente, essa maravilhosa construção do estado democrático português nos últimos 30 anos.

O Expresso de ontem aponta o Homem Português, esse espécime que de atrasado tem quase tudo (não esquecer que a pior peça define o nosso HiFi), como exemplo do típico 'abandonador' de animais. A situação é caótica em Lisboa, e se não fosse a boa(!) ajuda da Brisa na maior parte do país (lá se vão executando vários animais perdidos dos seus exemplares donos sem dó nem piedade) a coisa ainda seria pior(!*?).

Destas obras com resultados no nosso pobre quotidiano já ninguém responsável tem qualquer interesse em aparecer aos olhos da população para a recolha de medalhas! Triste, muito triste.

sexta-feira, setembro 01, 2006

Uma pérola de Carmona!

Diz Carmona que a notícia acerca do imbróglio com as obras do Túnel do Rossio "lhe parece mau demais para ser verdade", precisamente o comentário que este pássaro está capacitado para fazer à mesa de um qualquer café.

Nunca percebi porque produzem geralmente os políticos no activo comentários com a mesma profundidade com que eu os desenvolvo enquanto tomo uma bica!

sábado, agosto 26, 2006

Em Portugal vale tudo...











E parece que os responsáveis pelas discotecas K se estão borrifando para os tribunais portugueses - é verdade que os ditos estão longe de ter qualidade europeia mas, num estado de direito como presumivelmente é o nosso, é coisa de pasmar -!
A notícia é lamentável e reflecte o estado de vandalismo legal que grassa cá pelo território. Mais uma!

segunda-feira, agosto 21, 2006

sábado, agosto 19, 2006

Ensino básico!

Como se poderá denominar um povo que passa a vida a sujar o chão de sua casa?
Consulte a 'pista' para produzir uma resposta correcta!

sexta-feira, agosto 18, 2006

O Ministro tem razão!

'O país falhou nos últimos 30 anos', diz ele. Presumivelmente parece estar a referir-se à questão da Prevenção, mas não, o Ministro só passará a ter razão se a sua afirmação for contextualizada no âmbito do falhanço a um nível geral, aí sim, o País falhou rotundamente.
Mais, hoje, Portugal é um falhanço porque nem Portugueses parece habitarem nele!

quarta-feira, agosto 16, 2006

Tempo de luto!

















Parece que começou a época de caça. Aquela época em que os caçadores (daqui a 50 anos serão considerados assassinos ou pessoas a evitar pela legislação da altura) podem atirar aos pombos, rolas e outros colegas e afins. Diz a notícia que os meios para a fiscalização não parecem óptimos ou sequer aceitáveis - faltam fiscais, pois o país está de tanga e não há verbas, dizemos nós.
Caçador é - na maior parte das vezes - um gatuno qualquer que tem licença de porte de arma de caça (agora qualquer um pode ter porque a fiscalização é igual a zero, dizemos nós) e que vai matar à vontade para resolver as suas depressões caseiras, possivelmente problemas relativos a erecção e afins.
Depois e para agravar, utiliza cães. Mais grave ainda é que assim que não necessitar do serviço dos ditos devolve-os à morte (como não poderia deixar de ser) abandonando-os nas auto-estradas de forma perfeitamente terrível.
Não somos nós que o dizemos, o estudo foi feito e este é um aspecto que caracteriza o caçador português da actualidade.
Uma merda este português caçador!
Assim e em sua homenagem deixamos este cartoon e que lhe faça bom proveito.

sábado, agosto 05, 2006

O povo português é atrasado e deixa-se levar!

O grande negócio dos fogos continua 'em grande', em Portugal.
Especialmente no Norte do país os incendiários são mais que muitos, fazendo com que o negócio 'do ar' seja extremamente rentável.
Parece que sim - à primeira vista - que tudo mudou na Natureza e nas temperaturas, mas não é verdade. Frios, muitos e calores, pfffff, mais que muitos, sempre houve, mas incêndios com esta relevância nunca foram notícia. Então o que mudou? Obvio: o interesse em negócios que passam pelo fogo, pelo acender e apagar.
Para ajudar à festa têm os incêndios merecido honras de espectáculo nas TVs, com câmaras trabalhadeiras junto aos bombeiros e um destaque cada vez maior como se de um filme de ficção se tratasse. Vão-se prendendo uns executivos, mas aqueles que lhes pagam... nunca aparecem. Um caso para detectives de grande dimensão profissional!

O facto de 'o povo se deixar levar' tem a ver com aquela frase politicamente correcta e que diz que quem não vota não ajuda a democracia e pode colocá-la em perigo! Nem os alentejanos consequem anedotas tão boas como esta!

Branqueamentos S. A.

Em Portugal existe uma espantosa actividade relacionada com 'branqueamentos', que faz hoje inveja aos bons malandros do resto do mundo!

terça-feira, agosto 01, 2006

Finanças: a decisão é boa ou má?

Parecendo ser completamente estapafúrdia - o que me parece só dever acontecer num país em que a consciência cívica é igual a zero (e não batam mais no ceguinho do 'anterior regime') - a decisão de publicar listas, nomeando devedores assumidos ao fisco, não é que a surpresa aconteceu?
Lá foram eles, a maior parte dos pró-calotes, pagar à pressa as suas velhas contas e eis que a medida do Estado ganhou eficácia.
País actualmente pobre de mentalidades?
Pois, parece que sim. É que uns estão para os outros, e parece que o Governo actual conhece bem as manhas do português típico pós-cravista. Porque será?

Ainda por cima isto passa-se com um Ministério das Finanças que funciona mal a maior parte das vezes e que até é devedor também assumido de empresas e particulares. Que fazer?

Mas por outro lado, e sem desempatar, temos que levar com o Presidente da Ass. dos Contribuintes muito chateado com a decisão, mostrando satisfação com o hipotético caso de um engano fatal nas listas para, assim, poder levar o Governo a tribunal, conforme incitação massiva durante o santo dia nos meios nacionais!
Quer dizer, eu pago, tu pagas, o outro não paga e adivinha quem se lixa? Será que há filhos e enteados na 'nova democracia portuguesa'? Questão simples para a historiografia, daqui por 50 anos, claro.

A história dos direitos e deveres como matéria é muito difícil para o português actual. Joga e perde sempre!

segunda-feira, julho 31, 2006

Fogo, não posso deixar de escrever...

Na sequência de outros anteriores, este governo tem pactuado (resta apenas saber em que grau) com o 'negócio' dos incêndios em Portugal.
Não há palavras para descrever, no seu triste conjunto, um crime de tão grande envergadura, digno dos maiores atentados que se têm feito ao país.

Acuso os Governos de Portugal de conluio, acuso os portugueses detentores desse conhecimento de traição!

Por vezes a Justiça, a verdadeira, chega tarde, mas chega... sempre!

quarta-feira, julho 26, 2006

Oh, Israel, porque abusas de uma razão?

E este alvo de 'azul' pintado e com as letras 'UN' também foi estudado meticulosamente?
Ou os canos dos canhões estão desfasados da realidade?
Israel deseja uma guerra séria; os EUA também; o Hezbollah também; os fanáticos dos dois lados também; os teóricos realistas também; e as crianças que ainda não são de ninguém?

quinta-feira, julho 20, 2006

Médio Oriente... a ignorância...

Do ar fui observador de umas fotos que me enviaram do Líbano.
Não posso deixar de registar o choque, porque não há homenagens para prestar, que é ver as vítimas da chacina quotidiana que por ali se vai produzindo.
Só os 'realistas', os políticos do passado podem prestar homenagens. A morte nunca se resolverá com homenagens. Não passam apenas de estúpidas desculpas ou tentativas de limpeza de consciências mal arrumadas de gente que não fez tudo para evitar os males da guerra. Sim, essa guerra que os teóricos defendem como necessária. apenas também porque as bombas não lhes caiem na cabeça e não lhes desfaz os filhos como aconteceu a estes dos quais ninguém estará interessada em soletrar os nomes. Nomes que continuarão desconhecidos como se nunca tivessem vivido na Terra.

As crianças por terra, perfeitamente em partes, queimadas e naturalmente mortas, não autorizam ninguém a dizer... nada para defesa de princípios, de política, de seja o que for.
Em 2006, assistir a esta barbárie, sem poder fazer grande coisa senão apelar ao desconhecido ou rezar, é uma dor que já nem se sente, porque a partir daqui o que vemos não tem sentido, são apenas imagens que não desejamos reais.

Os responsáveis de Israel, Hezbollah, os americanos, os russos, os isto, os aquilo, 'puta que os pariu a todos', porque não estão cá a fazer nada, diz cá o pássaro. De outro modo mostrariam utilidade!

Lixem-se! Muito, se puderem.

segunda-feira, julho 17, 2006

COMEÇOU!



Começou hoje a quinzena da Argentina no Distância Focal. Até dia 31 deste mês serão postados os videos mais aguardados deste Verão na blogoesfera. É uma vaga de calor que vem da Argentina!

quinta-feira, julho 13, 2006

A Não Perder!



Brevemente no Distância Focal vai ter lugar a Quinzena da Argentina*, ao longo da qual será exibida uma compilação de videos das maiores "bombas" argentinas do momento.
*Vivamente aconselhado para quem gosta de mulheres!

Outra vez, Zidane!

Trágica esta forma de ver o futebol! Um jogo imperfeito mas que, todavia, tem regras, imperfeitas também elas mas regras!

Uma agressão é uma agressão! Uma brutal agressão é uma brutal agressão.
Zidane mostrou-se cobarde.
Quando se agride um adversário com a má fé com que ele o fez, o perdão morre solteiro. E não se perdoa porquanto se sabe que só os tribunais desportivos podem intervir 'na jogada'. Como ele também sabe!

Foi insultado? E depois? Em todos os jogos a sério onde ele tem jogado os insultos são uma parte integrante. Em alta competição os insultos fazem parte do jogo 'industrial'. A capacidade mental dos jogadores fazem parte do jogo 'industrial'. Sempre que se dá uma agressão por parte de um jogador isso é apenas o sinal da sua maior fraqueza mental. E normalmente perde. O facto de uma personagem devedora à boa educação insultar a minha mãe não quer dizer que ela se transforme na forma revelada no insulto, e muito menos se for num jodo de futebol 'industrial'! O artista Zidane foi preparado para isto como trabalhador de um espectáculo de massas. Desporto é outra coisa, é coisa de ideais, e continua a existir, mas não num Mundial da FIFA! Não sejamos 'tolos'.

O 'senhor avesso', Filipe Moura de seu nome, muito incomodado com a simpatia portuguesa e o tom afável utilizado na sua conduta 'já longa' (pertence ao carácter genético e tem pouco a ver com a ditadura - da qual ele só deve saber o que leu nos livros do professor Rosas, o que se torna pouco, então), deve ser defensor daquele ditado muito português, revestido de atavismo, e que diz assim: "quem não sente não é filho de boa gente"!
Ora aqui está um exemplo da confusão que vai na mente dos novos talentos do jornalismo em Portugal. Com tanto disparate nas escolhas eleitorais (também não havia muito mais para escolher...) o resultado só poderia dar nisto! Vivam as beiças machistas portuguesas tão bem defendidas por tão nobre gente!

Zidane perdeu, porque foi mais fraco, mentalmente.
Depois do desastre, ser defendido por altos responsáveis políticos e por 'jornalistas' é, embora aparente ser democrático, gravíssimo; é o branquear de uma acção que correu mundo através da TV e que vai fazer qualquer miúdo acreditar que pode agredir e ser premiado.

Essa questão do assumir, em determinados contextos, é trágica. Assumir é de responsável, pedir desculpa é de gente grande, coisa que o tal Zidane - não é! Sai a Chirac, um pobre, perdido numa Europa à procura de 'gente'!

Ainda no dia de ontem um puto mal formado e de cuja acção irresponsável resultou a morte de 6 pessoas, assumiu e disse-se arrependido! Nem as desculpas o salvam (coisa que já aconteceria com Zidane). E depois? Morreram 6 pessoas. Trágico, porque não há mais para dizer!
A maior parte dos frios assassinos assinalados na história das gentes ocidentais assumiram todos o que fizeram. E depois? Não passaram a emdalhados por isso, pelo contrário.

Zidane comprometeu um título e uma equipa que trabalhou para ele, e que fez? Assumiu (e era preciso? podia ter dito que as câmaras se enganaram?), e qual besta quadrada, destilando a vaidade inerente aos fracos, não pediu desculpa! Parece que até vai ser premiado, em mais que um palco.

O 'senhor avesso', Filipe Moura, defende que se deve defender os agressores que pratiquem as suas agressões à vista de toda a gente! Será preciso dizer mais?

O que é fantástico é que este senhor encontra-se (diz ele) a estagiar num jornal. Será este o preço da democracia? Temos então que clamar pelo aparecimento de 'agressores traiçoeiros', rápido e em força, de maneira a serem louvados no blogue do 'senhor avesso', Filipe Moura?

Maravilhoso 'mundo novo'! Ao fim de 30 anos, a ética, qualidade que sempre acompanhou os bons jornalistas... foi-se! Onde se formam estes novos estagiários? Escola privada? Pública? Não interessa, em Portugal, claro!

Ah!, o italiano que o provocou? Apenas um jogador profissional, que utiliza uma arma vil 'o insulto' como instrumento do próprio jogo (decerto que no final do jogo o iríamos ver abraçado a Zidane e a pedir-lhe a camisola, pedindo-lhe também desculpas pelo seu jogo feio, mas que compreendesse que a asunto não tinha a mínima motivação pessoal, blá, blá...) , no fundo, um trabalhador de uma indústria que vende vitórias ' a granel', o Futebol, cuja organização está nas mãos de... como direi, talvez de gente de 'convicções duvidosas', porque de outra forma mudavam as regras do jogo e aí, com um bom sistema de captação individual, o público ficaria a saber todas as palavras ditas pelos intervenientes! E depois, o que se faria com a falta de escoamento dos maus fígados... populares?

segunda-feira, julho 10, 2006

Portugal a arder... outra vez!

Pensei não voltar a tocar no assunto. Tenho a convicção que me torno um 'chato'. Lá vem o tipo de novo com a conversa dos incêndios, dirão!
Mas já morreram uns quantos seres humanos. Pessoas que tinham sentir, família, projectos e sei lá que mais. Como nós! Como todos os que vão assistindo montados numa mula chamada 'pachorra' ao fenómeno da moda, os incêndios sazonais em Portugal. Um triste cartaz turístico, mas pelos vistos para continuar (olha a prevenção!).

Por sorte, não fomos campeões do Mundo em futebol. Seria, de certo modo, incompreensível, como é que num país exportador de jogadores de futebol de altíssima craveira o fogo fosse um óbice para os treinos dos referidos artistas(?) em altura de veraneio.

Mas somos assim. Vamos assistindo à estupidez de um povo mal educado (e quando se diz mal educado estaremos sempre a referir a qualidade das elites que não têm capacidade para o educar e que de elites apenas detêm a fama), e à complacência de governantes que vão estimulando o negócio aéreo de pretenso apagamento de fogos, distribuindo chorudas remessas de dinheiro aos inteligentes empresários que lucram com as faúlhas em estado puro e selvagem.

Sempre a evoluir em direcção ao abismo. Só precisamos de saber a quem se devem dirigir os agradecimentos!

sexta-feira, julho 07, 2006

E Viva a Argentina!!!



Agora que "já fomos" no mundial, é tempo de pensar em coisas boas, no sol, na praia, nas piscinas, nas argentinas...

sexta-feira, junho 23, 2006

Onde está a responsabilidade de quem nos governa?

O sistema está desajustado, o da nossa segurança interna! Poder-seá falar em responsabilidades? Com certeza, dirão muitos. Ou poucos?
A questão é que num país de irresponsáveis, porque de outro modo ele não estaria no estado em que se encontra, este é o tipo de notícia que passa incólume. E passa apenas porque se retirou o valor a tudo o que deveria ser motivo de preocupação.
Leia-se esta notícia, pese-se a gravidade do seu conteúdo, e olhe-se em volta! Estou certo de que ninguém irá aparecer, como é hábito interno, há já muitos anos!
E lá vão uns estúpidos pagar mais uns impostos, não vá faltar o ordenado às valorosas chefias de um sistema democrático de carnaval.

segunda-feira, junho 12, 2006

Um país descontrolado!

Este 'pássaro' que aqui escreve, não é 'nazi', vê com muita preocupação o tal ' chefe ultra direita' que apareceu na TV, que dá conferências a 'atrasados mentais' na Alemanha, à vontade, e a falar de armas e de levantamentos populares, passando incólume perante a apatia típica de um 'típico' governo enfeudado a interesses facilmente detectáveis e sem qualquer sensibilidade para o estado das 'coisas da casa portuguesa'.

Outros falam de 'nacionalismo' e cheira, à légua, que não sabem do que falam. Mas falam e aparecem nas TVs, com cobertura á boa maneira de 'estamos cá para informar', sem saber o que dizem. Mas são apenas produtos de um regime actual que ainda não tem classificação específica, para além dos contornos de mediocridade que ostenta no dia a dia da vida pública do país.

Esta notícia é, mais uma, sinónimo de um desastre governativo que se iniciou há cerca de 30 anos e que se encontra à vista de 'todos', parecendo este 'todos' já não terem força para protestos sérios. As TV's nacionais, públicas ou privadas, continuam a ser o suporífero mortífero para o encobrimento de um quotidiano velado e a fomentar o voto útil para a 'democracia de alguns', agitando o fantasma de 'quem não vota não é bom democrata' e outras alarvidades do género.

Um povo quando, na realidade, é iletrado e subdesenvolvido, como é o caso do português, nem com roupas de marca se safa, porque a estupidez não se veste ou despe, lá continua, teimosa e prazenteiramente a aguardar as próximas crises, para então verificar o que dizem os comentadores acerca dela. Melhoras, nenhumas.

João Franco já tinha razão, no princípio do século XX. Os regimes não servem, qual casaco de fino design, a todos os povos. E cá o pessoal, embora muito fale de democracia, está longe, muito longe de entender o que a dita pressupõe. E isso é também de fácil explicação. Basta uma visita aos programas e às estruturas do ensino em Portugal. Um - contínuo -lixo.

Esta notícia, que acabei de ler, na NET, enoja-me e faz-me pensar que a batalha está definitivamente perdida. Outro lixo, e com a complacência de quem deveria ter responsabilidades e não assume. Que o ordenado não falte, pois os estúpidos pagam!
Foram os democratas europeus complacentes no aparecimento em força de um tal de 'Hitler'. Ou não é politicamente correcto repetir esta afirmação de cunho histórico?

sábado, junho 03, 2006

As vacas não têm culpa!

Que os agrigultores se queixem, só acho bem, não percebo porque só agora, e tão tarde; imagino que devem ter andado a comer as migalhas de Bruxelas, porque de outro modo já se teriam queixado há mais tempo, mas obrigarem as vacas a andarem na Av. da Liberdade (?) é de uma crueldade que brada aos céus.
Trouxeram-nas a Lisboa para mostrarem aos ministros que o leite provem dos pobres animais; e será que os ministros não sabiam disso?

É verdade que nos dias de hoje começa a ser possível os ministros serem naturalmente ignorantes acerca de variados assuntos, pois que a educação ministrada em Portugal desde o 25 de Abril assim o vai demonstrando, mas começo a ter a impressão que a crise vai demorar muito mais tempo a passar.
Até que a política volte ao poder...

sexta-feira, junho 02, 2006

terça-feira, maio 30, 2006

Um Paulo Morais!

Uma lufada, uma brisa que corre, umas palavras que ajudam a não parecer que estamos todos malucos, enfim, ainda há por aí quem construa e consiga editar algo que, embora se sopre e saiba de há muito, faz sempre bem ver promovido em termos públicos, nem que seja apenas... por um dia.


terça-feira, maio 09, 2006

Há quase 100 anos...

"Os regimes políticos são fórmulas transitórias e progressivas, e valem praticamente menos pela doutrina e essência teórica, que pela adaptação feliz ou descabida ao modo de ser psicológico, tradições, grau de educação cívica e de adiantamento intelectual e material de cada povo; todos igualmente bons, todos igualmente maus, conforme aquelas circunstâncias e o uso que deles se fizer, pois uns e outros hão presidido ao destino de povos que sobem ao seu apogeu ou descem à ruína e ao definhamento. Pior que um tirano vitalício e hereditário são trinta ou trezentos tiranos pseudoelectivos, cuja existência limitada, precária e contingente fica tão cara à nação, moral e materialmente, como a sua lista civil, formada de múltiplas parcelas, entre confessadas e desconhecidas."

João Franco Castello Branco, último Presidente do Conselho d'el Rei D. Carlos


segunda-feira, maio 08, 2006

1º Aniversário



E assim, num piscar de olhos, um ano passou desde que a passarada resolveu “abrir” um bolg. Amados por uns, odiados por outros, sem qualquer credibilidade junto de muitos, atacados, defendidos, desastrosos, bem sucedidos, com piada, às vezes nem tanta, com bonecos e fotos, desabafos e confissões, notícias e opiniões fomos dando forma a este espaço que desde sempre se propôs como alternativa ao main stream dominante nesta coisa da blogoesfera.

A todos os que nos apoiaram, citaram, comentaram, defenderam e atacaram, o nosso imenso obrigado. Nós cá estaremos de bico afiado e asas bem abertas, prontos a voar sobre todo e qualquer tema que nos faça piar bem alto aquilo que nos vai na alma!

quarta-feira, maio 03, 2006

Imaginem!...

Esta é uma historieta proveniente apenas de uma imaginação - no mínimo - sinuosa! Mas deixemos as ninharias e vamos aos factos imaginados, claro.

Passa-se em Inglaterra, ano 2006. Existe um senhor que é Presidente da Liga de Clubes de Futebol, que é ao mesmo tempo Presidente do Metro de Londres, assim como Presidente da Câmara de Liverpool?
Verdade,... é o que estão a pensar!
Num sistema democrático sério não seria possível juntar numa só pessoa estes cargos, e mesmo que fosse, nenhum inglês que se preze aceitaria o 'problema' que estes cargos lhe acarretariam.
Este é um dos exemplos do desequilíbrio europeu que por aí pulula e nos torna um pouco mais ridículos aos olhos dos mais crescidinhos.

Sentença: jamais iremos lá!

sexta-feira, abril 28, 2006

Terra de Oportunidade



O Jornal de Negócios Online diz que:

Nos primeiros três meses deste ano entraram em Portugal 11 Rolls-Royce, a um preço-base médio unitário de 320 mil euros, a quase totalidade deles vendidos sem a participação de um intermediário ou representante local.
De acordo com o «Semanário Económico», se este ritmo se mantiver estável, 2006 constituirá um ano recorde na importação dos veículos desta marca. Só a título de comparação, no ano passado, os portugueses compraram 27 Rolls-Royce.
«Os veículos de nicho, como são estes, são os que melhor resistem à crise, justifica Hélder Pedro, secretário geral da ACAP, ao mesmo jornal.

E acho muito bem! Num cenário como o que se vive actualmente em Portugal, uns quantos Rolls só podem ajudar e estou a falar a sério! É sempre bom ir a passar na rua, a fazer contas à vida, planificando as despesas do mês para ver se o dinheiro estica e ver passar um Rolls. É um momento mágico que por instantes nos faz esquecer as agruras da vida e acreditar que este país também é uma terra de oportunidades e de sonhos. Que aqui também há umas dezenas de pessoas que se podem dar ao luxo de viver a vida com que os outros milhões sonham. Um Rolls a passar nas ruas portuguesas não é mais do que a confirmação de que um dia, todo aquele que trabalhar para isso, poderá conduzir um e passar pelas ruas onde fazia contas à vida, deixando agora basbaques e entorpecidos pelo sonho aqueles que outrora lhe eram iguais mas não tiveram a coragem de dar o grande salto, de fazer a aposta, de mudar radicalmente a sua vida, largando tudo e concentrando os seus esforços numa nova carreira, mais exigente, mais responsável e acima de tudo mais exuberante. Está aberto a todos o sonho de um dia vir a ser um motorista particular ao volante de um Rolls Royce.

quinta-feira, abril 27, 2006

Acerca da Segurança Social



- …Porque, Sr. Primeiro-ministro, isto assim não pode ser!

- Mas o Sr. Deputado leu o estudo?

- Qual estudo?

- O estudo..!

- Que estudo?

- O último estudo!

- Mas qual estudo?

- O estudo!!!

- Ora... O estudo...!?

- Então, o estudo!

- Ah o estudo… Mas que estudo?

- O último!

- O último quê?

- O estudo!!!

- Qual estudo…?

quarta-feira, abril 26, 2006

Política da Terra Queimada



Sucessivamente, governo atrás de governo, a política da “terra queimada” tem sido uma prática constante neste país. Mesmo sendo metafórico, talvez o termo “queimada” ainda assim não seja o mais correcto. “Pilhada”, “estropiada”, “abusada”, “violada” ou “corrompida”, serão porventura termos mais próximos do que sente esta “terra”, que no fundo somos nós. O problema é que já se vai sentindo que não resta muito mais terra para queimar, mas os governantes parecem não ter essa noção, cegueira talvez causada pela sede interminável do combustível com que se alimentam.

Metáforas à parte, penso que Portugal se encontra numa situação altamente volátil e parece que ninguém se está a aperceber disso. Os governos e as classes influentes deste país continuam a gerar dívida, baixa produtividade, escudando-se nos labirintos burocráticos que se alimentam da corrupção, gastando cada vez mais, cobrando cada vez mais, pagando cada vez menos.

É cada vez mais transparente a barreira entre os ladrões saqueadores e aqueles que são saqueados. O fosso entre os ricos e os pobres é cada vez maior, a incompetência do país cada vez mais visível, as soluções cada vez mais impossíveis e demagógicas.
Pergunto-me às vezes quanto tempo faltará para uma nova revolução. Desta feita não política mas social. Receio que, caso não se dê uma inversão rápida da situação económica do país, um dia acordemos para um banho de sangue, uma insurreição popular à séria, uma guerra de fogo e aço que faça ver ao mundo que afinal este povo manso e submisso à vilanagem afinal não o era. Basta que alguém se dê ao trabalho de compilar algumas regras básicas da propaganda e criar um discurso actual e contemporâneo, que faça sentido junto dos que se sentem explorados... E não serão poucos nos dias que correm.

quarta-feira, abril 19, 2006

Portugal e os seus animais em extinção!

Já não bastava o país ser uma nódoa na sua louvada democracia corporativista actual, ainda somos forçados a receber, sem espanto, esta triste notícia, que transmite de forma fria a nossa pouca apetência para conviver com a vida!

sexta-feira, abril 14, 2006

domingo, março 26, 2006

Solidariedade animal!










Este 'pássaro' não pode deixar de manifestar um voto de pesar pelo massacre a que vão ser sujeitas cerca de 375.000 focas bébés, culpadas de terem nascido, inadvertidamente, num planeta habitado e consequentemente controlado por 'seres humanos', a espécie - talvez - mais perigosa a operar no cosmos.

O Canadá - país riquíssimo - não pode deixar de castigar estes animais excedentários (com a garantia do Governo em exercício de que tudo vai ser feito de forma muito humana), por se continuarem a reproduzir sem a sua sagrada opinião, e reincindindo no não pagamento de impostos, embora ocupando o gelo branco do hemisfério Norte, pertença desta república canadiana, por desígnio dos Céus!

Escusado será dizer que nos Céus reina um ser omnipotente e castigador à imagem dos representantes do Governo do Canadá, assim como do povo canadiano, cúmplice na 'festa'!

Para ajudar, parece que existem uns negócios fabulosos com a China, relacionados com a extração de matérias provenientes destes animais e que, dizem os entendidos, se destinam a potenciar os Chineses com 'falta de ponta' sempre que assumem atitudes viradas para o sexo; estamos a falar de produtos afrodisíacos.
Acreditamos que dentro de pouco tempo as crinças chinesas do próximo futuro possam ser portadoras do signo da 'foca' para juntar aos outros animais da 'sino-astralidade'.

Mas que filme!...

terça-feira, março 21, 2006

EDP destrói ninhos de cegonhas!













Este blogue tem estado de quarentena, por motivos relacionados com a 'gripe das aves'; ainda não está provado que as palavras por aqui espalhadas possam danificar, por vezes e inadvertidamente, a motorização de alguns espécimes humanos.

De qualquer modo, e como o diagnóstico não nos chegou ainda às mãos, passamos a 'bicar'!

Os 'atrasados mentais' ou 'criminosos', desconhecemos o seu grau de responsabilidade e a sua capacidade como presumíveis detentores de uma máquina pensante, trabalhadores da EDP, são um caso de indigência até intelectual, daí a sua perigosidade, independentemente da categoria a que pertencem.

Mas não se poderia exterminar o seu 'corredor' de chefias?

segunda-feira, março 06, 2006

O mundo... a caminho das estrelas!












Qualquer coisa como o equivalente a um campo de futebol por dia é o que vai desaparecendo diariamente, diz quem sabe!
Onde? Numa zona não muito grande que fica lá para cima, já colada ao Pólo N. e que não vem nos mapas usualmente usados nas grandes cidades.
E também dizem que não é só nessa região; há mais!

terça-feira, fevereiro 28, 2006

Uma das razões da sua inferioridade!

Esta é apenas uma das razões porque penso que 'eles' podem ser considerados inferiores, a necessitar de sérios e urgentes esclarecimentos!...

sábado, fevereiro 18, 2006

Mobiliário da Câmara penhorado!

Caloteiros!!

Violência nos EUA











Vergonha
! Não têm diferença do pior que a Idade Média muçulmana apresenta ao Mundo!

Vergonha total!

Vamos esperar para ver como a democracia mais 'democrata' do mundo pune os culpados!

Ainda sobre a 'abertura apregoada' na pátria da Liberdade, curiosamente esta notícia não aparece nas primeiras páginas dos principais veículos de novidades dos EUA - on line!

Portugal makes 'record' drug haul

???

Festa de Touros quer ser Património Mundial

Sem vergonha!

Saúde Pública gratuita pode acabar!

Falência do sistema!

Aumentos na Administração do Infarmed

Sem vergonha e Fraude!

Apito Dourado: insvestigações na Primeira Liga

Fraude!

Bébé desapareceu do Hospital Padre Américo!

Incompetência!

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

domingo, fevereiro 12, 2006

Inferno!

Viver num mundo de seres humanos, sejam eles ingleses, árabes, americanos, portugueses, ou qualquer outra trampa de nacionalidade ou tribo, é uma chatice, uma grande chatice!
Está na altura de pensarmos acabar com a espécie.
Não somos interessantes ao resto do cosmos, e isto é escrito sem conhecer os outros que por aí habitam, provavelmente.
Depois de ver o vídeo dos soldados ingleses no Iraque não me resta senão mandá-los (aos protagonistas do referido) para os confins do espaço - rapidamente e força!
O politicamente correcto é uma chatice que parece não levar a lado nenhum!
E não vale a pena o senhor Blair vir dizer que vai averiguar - este averiguar começa a ser insultuoso! É sempre a moeda má que dá a classificação ao dinheiro.
Mas percebe-se! O ambiente de guerra é este mesmo.
Que pena não se poder sacrificar todos os protagonistas. Alguém está a fazer tudo para que todas as partes se peguem numa pretensa guerra civilizacional.
Previsão: ninguém vai ganhar!

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

O extraterrestre!

Ontem, pela manhã, em conversa com um habitante de um outro pequeno planeta do nosso sistema solar, perguntava-me ele:
- Aquelas manifestações violentas que estão constantemente a passar na maior parte dos canais de TV, têm origem em quê?
- Caricaturas!... Desenhos... provocações no traço, sei lá... coisas cá da Terra. - respondi, aparentando natural compreensão.

O estúpido do extraterrrestre deitou-me um olhar que ainda hoje não consegui descodificar, e acrescentou, num esgar de dúvida e superioridade:
- Não acredito! Estás a esconder-me algo importante.

Quando entrou, hoje, na sua nave, ainda não acreditava no que então ouvira da minha parte como singela explicação.

São atrasados, estes seres de outros espaços!

domingo, fevereiro 05, 2006

Revolução transformada em Ditadura!



Há cerca de dois anos e meio atrás, atingi o limite da minha paciência relativamente aos serviços prestados pela PT, sob a imagem de um sapo que se dizia veloz e eficaz, não o sendo. Estava também farto da malograda assinatura fixa cobrada pelos mesmos senhores, no serviço que ostenta a bandeira da casa mãe. Posto isto, restava-me encontrar algo na concorrência que me fosse mais favorável.

Curiosamente não demorou muito até que, um belo dia sentado na esplanada da minha rua, me apercebesse de uma pequena manifestação simulada, composta por jovens, cheios de flores estampadas na cara e empunhando cartazes que diziam: “Revolução das Flores – A Queda da Assinatura Telefónica”. No lugar dos “O’s” na primeira frase, estavam os logótipos da Clix e da Novis, eles próprios flores simbolizando uma liberdade anunciada. Fiquei curioso mas nada fiz para me inteirar do que afinal significava tudo aquilo. Permaneci sentado, a beber o meu café, ponderando a possibilidade de trocar o sapo por umas flores.
Poucos dias depois, bateu-me à porta um jovem, enérgico, simpático e desenvolto no discurso, como todos os jovens ávidos por ganhar uns trocos. Era um deles, um desses bravíssimos revolucionários das flores, que combatia ferozmente a ideia de uma velha ditadura nas telecomunicações em Portugal e que ainda por cima cobrava uma assinatura fixa. Esclareceu-me sobre o que oferecia o serviço prestado pelos revolucionários e a coisa pareceu-me bem. O dobro da velocidade o mesmo preço e o fim da malograda assinatura. Passados uns dias selámos o acordo.

Os 15 de prazo para a activação do novo serviço, transformaram-se em 75. A ditadura da PT mostrava o seu poder e como sempre (em Portugal) foram usados todos os “buracos” legais possíveis para retardar o processo. Foi então que me apercebi da impotência (clássica) do organismo regulador, essa frágil fachada chamada ANACOM. Muitos telefonemas e faxes depois, o problema foi finalmente resolvido e deu-se inicio cá em casa a uma nova era, a era da liberdade e das flores. O sapo, depois de engolido e digerido, estava finalmente pelas costas.

Tudo corria bem, de facto às mil maravilhas. O serviço contratado, de 1Mb, transformava-se, passados uns dias, em 2Mb, ao mesmo preço. Passados uns meses já eram 4Mb e o preço mantinha-se… Fazia lembrar a bolsa, quando se compra uma acção vencedora no momento do seu disparo. E assim convivemos alegremente, eu e as flores, com o sapo há muito esquecido e a ditadura também. Por esta altura a Clix oferecia aos seus clientes um leque de opções de uma variedade admirável. 2Mb, 4Mb, 8Mb e adivinhavam-se no horizonte os 16Mb que arrasariam decerto toda a concorrência. Da minha boca apenas saíam sorrisos e elogios, sob o olhar invejoso de amigos e colegas, ainda subjugados pela ditadura, quando o assunto, aos fornecedores de telecomunicações dizia respeito. De facto as flores tinham mudado a minha vida e fizeram-me acreditar que algures, alguém estava efectivamente a beneficiar os interesses do consumidor.

Como não há bela sem senão (e estamos em Portugal), em Dezembro passado o sonho acabou. Subitamente, a democrática e revolucionária Clix, abandona o vasto leque de opções que até então oferecia, passando a uma estratégia de sacanagem subliminar, disfarçada de grande oferta. Aos clientes que, como eu, usavam o serviço de 4Mb ou os outros, dos 8Mb, seria feito um upgrade automático para o novo serviço de 16 Mb, o qual, mais uma vez, custaria o mesmo mas implicava, para a maioria dos clientes, uma troca de equipamento, essa sim, paga pelos mesmos (caso contrário não seria possível tirar qualquer proveito da nova velocidade). As opções de 4Mb e 8Mb desapareciam, deixando um fosso gigantesco entre os 2Mb e os 16Mb agora disponíveis. Escapou-me por completo o seguinte: se 16Mb iriam custavar o mesmo que 4Mb e 8 Mb, porque é que 2Mb continuavam ao mesmo preço?

Senti pela primeira vez um profundo desagrado com a estratégia da empresa da flores. Pedi então um downgrade dos meus antigos 4Mb para 2Mb. Não estava disposto a comprar equipamento nenhum e percebi que nunca tiraria partido de tudo o que me era oferecido no pacote dos 16Mb. À data desta alteração, o serviço de 2Mb custava por mês 22,90 Euros, contra os 34,90 Euros dos 16Mb. Apesar de tudo, esta opção não só era muito mais ajustada ao meu tipo de consumo, como representaria uma poupança considerável, na ordem dos 144 Euros por ano. Embora desagradado com a situação e estratégia, mais uma vez tudo decorria sem problemas e o downgrade foi efectuado sem demora.

Nos últimos dias de Janeiro último, deparei-me finalmente com a mais suja de todas as jogadas, típica de quem há muito esqueceu o espírito revolucionário e se acomodou à sua parcela no poder. O serviço de 2Mb passou a custar 29,90 Euros! É certo que agora oferecem 10GB de tráfego em vez de 5GB… So what? Eu escolhi a modalidade pelo seu preço e não pelo que era oferecido. Acho patético que neste momento 2Mb custem quase o mesmo que 16Mb. A estratégia é óbvia e irritante: Aproximar ridiculamente os preço de dois serviços tão díspares no seu potencial de modo a “empurrar” os clientes para o mais caro. Mais uma vez senti que a ilusão de que um negócio onde em primeiro lugar estejam os interesses do cliente é pura ilusão e que basta algum tempo no “poder” para que o fascista adormecido no intímo de qualquer revolucionário desperte e copie os comportamentos daqueles que um dia combateu. Mas em Portugal, este é um clássico nacional!

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

E o crime continua!...










Outra vergonha! Não existe qualquer fé que justifique a selvática agressão de que são vítimas milhares de crianças inocentes.
Está a demorar tempo demasiado para nos livrarmos deste flagelo 'mental'. Tempo demais...

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Filipinas! vergonha...

Outro alvo a abater! O Governo Filipino! JÁ!!!

Quando o asunto são crianças indefesas - e esse é um facto aceite pelos responsáveis - só resta um caminho: derrubar quem manda!
E com toda a força, se necessário.

Torturar crianças é um factor de máxima importância no sentido de criar instabilidade no futuro do mundo em que vivemos; e não tem classificação.
Esta afirmação serve para todos os sistemas políticos e para todas as religiões!

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

E o touro foi-se a eles...

Inesperado. Mas muito digno e justo. A minha sincera homenagem ao infeliz!

Um touro saltou sobre as bancadas e 'marrou', severa e merecidamente, nos aficionados que se deleitavam na espera da faena e do seu epílogo - precisamente a sua morte, honrosa segundo aquelas cabecinhas que se deliciam com sofrimento e sangue.

Afinal, a tal 'sua morte' já não foi honrosa, porque teve que ser liquidado quando se debatia para se libertar da porcaria das cadeiras que lhe tolhiam os movimentos. Aí, apareceu um valente 'profissional' que o ajudou a resolver o problema da falta de espaço com uma estocada em vários andamentos.

O homem no seu pior! Até quando?