terça-feira, setembro 17, 2013

Senhor Ministro: o que anda a fazer?

Mais um exemplo - a juntar aos fogos - da incapacidade do ministro da Administracao Interna para cuidar dos contribuintes. Chegou-se a esta miserável situação que não tem que ver com os hábitos portugueses. Mesmo sabendo que a Europa se encontra num estado de insegurança total, pela inépcia destes simulacros de ministros e de pseudo-responsáveis, só nos faltava ter metralhadoras nos cafés em Portugal. É preciso ter uma lata e um desprezo muito grande por quem paga as contas e os ordenados.

domingo, setembro 15, 2013

Como se pode acreditar nos 'faróis' da democracia se o exemplo é... este?

Nesta notícia está implícita uma prática que não foge à normalidade do que de mal se faz no país.
Como se costuma dizer: com exemplos destes, não vamos a lado nenhum. Ou iremos! Resta ver qual o lugar que nos espera.

domingo, setembro 08, 2013

Francisco e a Guerra

Uma posição de enorme coragem e determinação face ao que parecem ser os desígnios dos Estados ditos desenvolvidos e que se espraiam de W a E no globo. 

quinta-feira, setembro 05, 2013

Decisão para a vida. O TC não brinca.

E com esta decisão cujo resultado foi de 6 a 1, ficamos a saber que se pode ser 'presidente da câmara' para a vida inteira (até à reforma -  se a houver) e, também, que ser 'presidente da câmara' passa a ser uma profissão em Portugal. Boa!

terça-feira, setembro 03, 2013

Peneda-Gerês a arder?

Má notícia para todos os portugueses. Será esta uma má notícia para os elementos que compõem o governo actual? E para alguns que compunham outros governos nos anos anteriores a este? Não sei, tenho dúvidas. Mas deveria ser. Uma péssima notícia. Algum dia, teria que acontecer.
O que não se fez para evitar a catástrofe?

Os incêndios em Portugal são e continuarão a ser um bom negócio. Num país que peca por falta de sentido de prevenção e de criatividade na liderança diz-me que é altura de fazer o nojo porque de luto se trata.
O problema não está na humanidade e sim nas circunstâncias que a fazem melhor ou pior - a democracia tem sido um sistema de difícil convivência para esta nobreza de pé descalço que todos formam como os herdeiros de uma república que se quereria bem vestida e digna.

Uma pena, e ainda não é de difícil explicação a capacidade de 'sofrimento' que é necessário possuir para um cidadão se expor em público como ministro de Administração Interna.
A sorte para os responsáveis pela coisa pública é que em Portugal incendiários e incêndios são considerados coisa natural. Os países formados de tão pobre gente é assim que reagem - com a indiferença da pobreza que à mente escasseia.

sábado, agosto 31, 2013

Mau Estado, má governança

Estes são números elevados, desproporcionados para o tamanho do território. Estes são números assustadores quando vistos à luz da despesa. E este é o estado da governança, ao fim de 10 anos de má gestão do território. Não há santos - são todos pecadores.

BOMBEIROS de Portugal

É notável o que estas pessoas fazem no combate aos fogos, diária e anualmente.
As condições de combate são injustas porquanto o Estado nada faz para evitar a propagação dos fogos durante os meses de risco. Fantástica - a forma como lutam, se sacrificam e não se queixam.
A minha humilde Homenagem a esta grande gente que luta - especialmente - contra a hipocrisia de quem se deveria preocupar com a segurança das populações - todos os que perdem os seus bens e os que perdem a sua vida, em prol do bem dos outros.

sábado, julho 20, 2013

País de Loucos! O que fazer?

Vamos observar e viver os próximos tempos com enorme apreensão.
Temos a convicção de que  este tempo é de loucos. A responsabilidade e o sentido de estado evaporaram-se - já há uns bons anos. Quem aparece agora a tecer considerandos e a retrocar culpas não tem - por certo - problemas financeiros - esta é a realidade.
O que fazer?
As coisas estão a pintar-se de cinzento carregado. As pessoas estão a perder a paciência em assuntos aparentemente simples do dia a dia. A segurança começa a não existir - aquela que é paga pelos contribuintes - o governo não governa porque não existe na práctica, este país que parecia estar a ser construído - segundo os responsáveis diversos e ao longo das últimas décadas - sobre rodas e a desenvolver-se - segundo os mesmos - da melhor forma no sentido do progresso e da melhor distribuição de riqueza: é apenas uma ideia que não chegou a dar sumo.
O que fazer? O que nos resta?

O pior vai acontecendo: México: outro mau exemplo

Mulheres assassinadas - sem razão (!) e sem prevenção ou castigo.

sábado, julho 06, 2013

O primeiro-ministro mudou hoje!

Um país notável - em termos geográficos - um estado cada vez mais periclitante para não lhe chamar exíguo, o poder a dominar os interesses, um primeiro ministro demissionário - de facto - que continua primeiro-ministro, um partido pequeno a tomar o lugar de um partido grande (representatividade), as instituições europeias na expectativa, as televisões todas juntas a filmar mal, apresentadoras a sorrirem (algumas delas) tal como fazem os 'robots' privados de sentimentos misturando massacres, incêndios, crises sociais, etc.

Enfim - temos - realmente - um novo governo, do qual o povo parece desconfiar, quase com as mesmas caras mas com poderes diferentes.

E - agora - o que fazer?

Destino? Incompetência crónica?

Por que somos nós - portugueses, seja isso o que for e é algo enorme e valioso por certo - quando juntos no presumível objectivo de mantermos a quinta organizada e melhor projectada - tão incompetentes ou tão obscuros neste básico desígnio de grupo?

Como nos descrevia o tal general romano (claro que não referimos Portugal mas sim outro povo do qual também descendemos - os lusitanos - parece não existirem políticos que nos vistam bem:  nem direita nem esquerda conseguiram, até hoje, marcar a nossa vida de cidadãos no âmbito económico e financeiro, tendo em vista o legítimo anseio de uma vida melhor orientada. E sabemos que nos encontramos - sempre - incluídos num sistema complexo cuja interacção nos remete a todas as horas para a tomada de novas e difíceis decisões.
Esta é, se tomada como tal, uma constatação perigosa, que fragilisa - também e sempre - a própria democracia.



quinta-feira, junho 27, 2013

Desenvolvido!

País desenvolvido:
"não é onde o pobre tem carro, é onde os políticos usam transporte público".

quinta-feira, junho 13, 2013

Horror também é isto, oh Moura, o Júnior

Se o rapaz promoveu este assunto, se o publicou, se teve qualquer envolvimento neste quadro digno de atrasados, ignorantes, bestas, assassinos de baixo quilate e tudo o mais que nos possamos lembrar; e sem querer - sequer - chamar à liça quem lida com os toiros - porque é outra conversa e há gente da 'toirada' que já veio a terreiro verberar o comportamento da personagem; de novo reitero - o que poderá afinal ter estado por detrás do 'evento' e das imagens e do atiçar?

Só há uma forma: este tipo tipo é um perigo público, portanto é um perigo para a vida, no planeta, para todos os que lá vivem, para não falar de outras formas de vida que têm existência mais ou menos longínqua mas que este ignorante - naturalmente - não faz ideia nenhuma porque não sabe porque está vivo e pensa que um dia vai - divinamente - saber.
Esta atrasado intelectual deve pensar que é filho de nobre gente e coisas afins. Mas que enorme palerma se esconde atrás deste actos?

segunda-feira, junho 03, 2013

Suleimane

Uma história de 'miséria' mas da justiça portuguesa.
Quem poderá ser este Suleimane, se for apoiado?
Será que a cegueira voluntária continua a ser a arma dos mais estúpidos? Pois, a Lei é essencial que se cumpra. Que se lixem as nações!

Que história tão estúpida em pleno século XXI! E só porque esta se passa - presumivelmente - na Europa; naquela Europa que um dia se sonhou um continente diferente, para melhor, claro.
Burros - e se os burros fossem burros, que não são, pois são apenas (e já são muito por serem seres vivos) burros - são todos os que estudam mas nunca conseguem ultrapassar os estudos.

domingo, maio 19, 2013

Oh, Henrique... há coisas...

Henrique Monteiro, Expresso, dedica-se - naturalmente por falta de tempo para outras ideias, presumo - a comparar o valor da gerente(?) ou administradora(?) ou outra coisa qualquer que a senhora faça ou talvez não, lá para os lados do tal de Banif, assim como outros salários de outros administradores, presidentes e afins, a Jorge Jesus, sublinhando que o povo 'adora indignar-se' com matérias deste calibre.
Sem pôr em causa o objectivo do articulista do Expresso, basta ter experimentado pôr o pé nesta inexplicável comparação para arrumar, com um tiro certeiro, as palavras do próprio, dele mesmo, o defensor dos exímios trabalhadores dos bancos que nos ajudam nesta iminente época de crise.
Ainda agora, passo os dedos, incertos, imprecisos, os meus, pelos olhos, pelos meus olhos, na vã tentativa de os (re)acordar, e não consigo entender como uma infeliz crónica se pode perder, pela sanha emocional de um bom argumentista de um reputado semanário.
O que se passa, caro Henrique?...

sábado, maio 18, 2013

O que faz esta mulher, melhor do que eu?

Depois desta notícia, vou fazer greve de 1 minuto, sem pestanejar, sem abrir mais a boca, sem morder a língua, sem me contraír mais um pouco e sem rasgar músculo mesmo que minúsculo, vou fazer uma greve de pensamento, não vou ter uma ideia nem que seja a de apagar a luz. Acho que estamos todos doidos e, mais grave, apresentando características indolores, o que se torna ainda um pouco bem mais grave. Não é uma simples gripalhada. É mais do que isso, é uma mistura de parvoíce sistémica e de falta de tino, é qualquer coisa que nos escapa e nos faz respirar com menos ar, e é - talvez - ainda mais ou menos do que escrevi: é fantástico, é surreal, é quase uma chuva de meteoritos coloridos a passarem sem nos tocarem... porque nós somos feitos da matéria que eleva as bolas de sabão.
Estamos Fritos.
Que Tempo, que Bancos, que Jardins!