DAS ALTURAS SEMPRE OS PÁSSAROS CONCLUIRAM UMA VISÃO QUASE DRAMÁTICA PARA O QUE SUPOSTAMENTE PARECE SER O PARAÍSO; E A MENTE, QUE SOFREGAMENTE MENTE, CONTINUARÁ A DEIXAR O RASTO DA INEXISTÊNCIA DAS RESPOSTAS QUE NOS ILUDEM O SONHO. POR ISSO... SÓ NOS RESTA VOAR!
quarta-feira, dezembro 29, 2010
Zetas versus Estados
Um grupo armado e detentor de uma actividade referencial na economia paralela (?), numa zona em que esta actividade passou a ser um facto de peso no ambiente social e político mexicano após o 'spread' verificado a partir da Colômbia e afins, finalmente, assume-se como beligerante, tal qual um estado, prepara uma declaração de guerra a um estado legítimo no quadro internacional: a Guatemala.
Como perspectivar o próximo futuro? Naturalmente que esta não é a regra e, para já, encontramo-nos longe disso; mas, e se tivermos em conta o fortalecimento do poder dos grupos ilegítimos assim como o seu enriquecimento, o que poderemos esperar do fortalecimento das malhas que a corrupção vai tecendo na intereceção das várias instituições?
domingo, dezembro 19, 2010
A Águia Vitória, a SAD do Benfica e os novos coveiros
E muito antes das SADs invadirem o quotidiano futebolístico nacional.
Sou da altura em que a Luz metia - a pagar - mais ou menos 120.000 espectadores. E da altura em que a Luz era um Inferno para quem lá fosse jogar, independentemente do jogo ser para a Europa ou para as Feiras.
Na altura, ainda não se ouvia falar de nomes como aqueles que integram a tal 'sagrada' SAD que, no presente, parece mais ou menos ligada ao Benfica-clube.
A cultura encarnada era plena de solidariedade, de amor ao clube e de veneração à Águia, fosse ela qual fosse.
A ideia de ter uma Águia 'de verdade' na nova e pequena Luz foi e é, realmente, de louvar. É um verdadeiro espectáculo dentro do espectáculo que é o próprio jogo.
Quem quer acabar com a delícia que é observar a Vitória a voar?
Quem anda a chatear o tratador da Vitória?
Quem vai pressionando o nosso amigo espanhol dizendo-lhe que os seus conterrâneos são arrogantes?
Quem é que não gosta dos sócios do SLB?
Quem é que não percebe que são os sócios do clube que ajudam a pagar o ordenado a tão infelizes idiotas?
Quem é que, na SAD constituída para defender o SLB, não gosta... do SLB?
O que quer dizer que 'ninguém é superior à instituição'?
O Presidente Vieira vai ter pouco tempo para dar a volta a um assunto que apenas envergonha os verdadeiros benfiquistas.
Parece que começa a haver muita gente ligada ao 'inimigo' a tratar os assuntos do Benfica como quem trata 'aquilo de que não se gosta'.
Tenho a certeza de que o Presidente Vieira não tem nada que ver com esta triste história. E, como todos os benfiquistas que se prezam e que têm lugar marcado na nova Luz por muitos anos, espero ver este assunto resolvido e a bem dos que não têm que se explicar a qualquer funcionário mentecapto e, quem sabe?, a lagartos de meia tigela!
Viva o Benfica!
quarta-feira, setembro 30, 2009
Rotundas.

O facto é que a “rotunda” tem vindo a afirmar-se cada vez mais como solução óbvia para a resolução de qualquer dilema de "intersecção arterial" dentro e fora das localidades nacionais.
Será porque no longo prazo se tornam menos dispendiosas para os municípios? Pois ao contrário dos cruzamentos com semáforos, não requerem o uso de electricidade e exigem custos inferiores de manutenção? É claro que as rotundas demasiado grandes acabam por também ter semáforos. E há ainda aquelas que são iluminadas durante a noite. E não podemos esquecer a limpeza das manifestações artísticas, o aparar da relva e o podar das árvores que algumas têm. Talvez a resposta esteja então na fluidez de trânsito que estas permitem, quando comparadas com os tradicionais e obsoletos cruzamentos e os seus semáforos. No caso da rotunda, basta chegar primeiro e "é sempre a andar". Ainda assim, quem habita ou percorre os grandes centros urbanos, já se deparou ou depara diariamente, com grandes filas de trânsito que convergem para estas rodelas mágicas do planeamento urbanístico. Sinceramente e apesar de há muito tempo reflectir sobre esta questão, acerca do porquê da vitória esmagadora da “rotunda”, não encontro uma resposta que seja satisfatória.
Mas para mim, o facto mais curioso e intrigante no que toca à propagação da rotunda em Portugal, está relacionado com a insistência numa solução em relação à qual, os condutores portugueses demonstram uma inépcia crítica na compreensão das suas regras básicas de funcionamento.
(Recordo um episódio caricato decorrido há uns anos atrás, aqui em Lisboa. Dirigia-me num táxi para o centro comercial das Amoreiras, quando esse mesmo táxi, ao arrancar num sinal verde, na rotunda do Marquês de Pombal, foi abalroado violentamente por outro carro, o que nos levou, a mim e à pessoa que me acompanhava na altura, a fazer o restante percurso a pé, devido ao choque em que nos encontrávamos em consequência do acidente. Surpreendentemente não houve ferimentos graves mas o caso ainda valeu uma radiografia à minha acompanhante, devido a uma contusão na cabeça e uns anos mais tarde uma ida a tribunal a ambos, como testemunhas. Um par de horas depois, já de regresso a casa, apanhámos novamente um táxi e ao chegar à rotunda do Marquês, achámos curioso o “nosso” 1º táxi, o sinistrado, ainda se encontrar no local, com o carro que servira de aríete encaixado na carroçaria mas desta feita com a polícia a tomar conta da ocorrência. Enquanto trocávamos impressões sobre o assunto e em simultâneo satisfazíamos a curiosidade do presente taxista acerca dos pormenores do acidente e do facto de termos participado nele, dá-se um novo embate, entre o “nosso” 2º táxi e outro automóvel. Sinceramente, até hoje não sei de quem foi a culpa neste 2º acidente, nem sei muito bem o que aconteceu. Apenas nos despedimos do taxista, abrimos as portas do taxi e fomos embora para casa, a pé.)
domingo, maio 03, 2009
IRÃO? Para onde?
Se um qualquer Deus existisse (o que faria com que estivessemos perante outro milagre, embora não tão espantoso como é o da Vida), o que diria Ele das suas criações?
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Salvem o "Miguel" (e os outros também)!

segunda-feira, fevereiro 02, 2009
"Qimonda" aqui já não sou eu.

2 - AUTOEUROPA - AUTOMÓVEIS, LDA
3 - QIMONDA PORTUGAL, SA
4 - REPSOL POLÍMEROS LDA
5 - SOPORCEL - SOCIEDADE PORTUGUESA DE PAPEL, SA
6 - CONTINENTAL MABOR - INDÚSTRIA DE PNEUS, SA
7 - PORTUCEL - EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, SA
8 - PEUGEOT CITROEN AUTOMÓVEIS PORTUGAL, SA
9 - SOMINCOR - SOCIEDADE MINEIRA DE NEVES - CORVO, SA
10 - BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL, LDA
Globalização pouco global!

sábado, janeiro 31, 2009
Entre a espada e a parede

O ano começa especialmente mal para um dos pilares económicos deste país.
As alterações na chamada Tributação Autónoma, no P.C. (Pagamento por Conta) e no P.E.C. (Pagamento Especial por Conta), numa altura em que se apregoam ajudas às pequenas e médias empresas, revelam bem a ironia e o sentido de humor negro, tão característicos de um governo do sul da Europa.
Assiste-se, uma vez mais, ao lançamento de uma cortina de fumo que tem como objectivo desviar a atenção dos reais contornos desta chamada "crise" que assola o mundo. Crise essa que por cá, pouca importância tem quando comparada com o mexerico e a iminente escandaleira. Quem é que vai quer saber da Tributação Autónoma e do Pagamento por Conta, quando o 1º Ministro, num ano de eleições legislativas, se vê envolvido num potencial escândalo de corrupção?
Num país de iliteratos, é muito mais interessante (e fácil) especular com grande afinco acerca dos culpados e inocentes (sendo que as massas se entusiasmam mais com os culpados) do que estar atento às decisões do poder que influenciam directamente a vida e as condições de vida daqueles que tanto especulam em vez de estar atentos.
Depois há os chavões mediáticos, de que as pessoas gostam muito mas de que normalmente sabem pouco. Coisas como o Freeport , a 3ª ponte, o aeroporto, o TGV, o BPN ou o BPP, vão servindo de quebra-gelo no dia-a-dia da sociedade. No entanto fica sempre bem ter assunto ou no mínimo opinião, acerca destas coisas. Mas após aquela fase inicial de conversa, em que se lançam para a mesa um apanhado das memórias mais presentes daquilo que se ouviu ou se leu acerca do assunto nos últimos dias (tudo dito em tom de opinião), o que realmente fascina as pessoas, é especular quem estará por detrás disto e daquilo, quem andará a meter dinheiro ao bolso, quem sofrerá as consequências, quem pagará a factura e, em suma, quem será culpado... Ou inocente, claro. O mais curioso é que tal debate, nunca se traduz numa tomada de atitude ou de posição concreta relativamente a coisa nenhuma. Mesmo que se apurem "culpados" e que a certeza seja absoluta, a consequência máxima resultante será sempre e apenas uma carga extra de emoção na abordagem do assunto e todos os actos de revolta contra tal vilania, serão sempre teóricos e jamais passarão a outro formato que não o da ilustração verbal. Parece que esta passividade tem uma raiz genética, contendo uma informação acumulado ao longo dos séculos, que nos faz assumir que, de uma forma ou de outra, estaremos sempre a ser pilhados e ludibriados por quem está no poder, tomando-o portanto como um dado pacífico e adquirido.
Por outro lado, assassinar a carreira política de José Sócrates em ano de eleições, quando a única alternativa é uma senhora cujos recursos políticos variam apenas entre um silêncio absurdo e veementes críticas, demonstrando assim uma falta absoluta de ideias concretas, alternativas e soluções que não passem apenas por colocar a palavra "não" antes de todas as iniciativas e planos do actual governo, não me parece alternativa.
Sinto portanto que estamos entre a espada e a parede. E o problema é a tal da "crise", que muita gente ainda não percebeu que, mais do que um excelente tema para conversas de café (e muito caro aos lusitanos dada a sua fácil conotação com o fado e a desgraça), lhes pode mudar a vida por completo, num abrir e fechar de olhos, enquanto se distraem com a grande novela dos culpados e inocentes.
"Não perca esta noite, mais um episódio de Freeport, a primeira novela portuguesa transmitida por todos os canais em simultâneo, com uma versão diferente em cada um. A escolha a sua..."
domingo, agosto 24, 2008
Portugal violento
Está precisamente a passar dos limites toleráveis. Esta situação que se vive hoje em Portugal é a mais perigosa da Europa.
O estado democrático português não está a saber lidar com as questões relativas à segurança dos cidadãos.
Os sucessivos Governos têm uma má relação com o tema da Segurança Interna. Má consciência?
O que se passa hoje é o resultado de 30 anos de falta de visão política global e de avulso deslumbramento intelectual.
Portugal está a falhar em toda a linha, interna e externamente.
Falhanço total? Ainda podemos ir a tempo de sair deste ambiente perigoso?
Responsáveis?
...
A culpa é da globalização?
Disparate. É verdade que é uma situação irreversível e deve ser aceite pelas suas características intrínsecas, mas a segurança interna de um país, mesmo democrático e europeu é sempre um tema de liderança e capacidade de previsão, mais a reposta que se impuser pelas circunstâncias.
O país está a derivar perigosamente para um beco pouco saudável.
Aos contribuintes está a chegar a responsabilidade da resposta. Se um estado não responde, deve responder quem paga.
Os outros, os que não pagam encontram-se talvez divertidos a observar uma situação que também lhes pode estalar nas mãos.
Cuidado com as consequências!
O Tua e as justificações...
Como resolver, se os mesmos administradores públicos vêm dizer que o seu capote não tem penduradas culpas e que as causas ninguém as pode saber tão facilmente?
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
O Japão e a má relação com as baleias
Por conveniência? Por fome? Pela sobrevivência, essa luta natural e incómoda para a vida, que paradoxo!
Matam-nas. Mães e filhas. No seu meio ambiente. Matam-nas, simplesmente. Pela ciência, dizem os anúncios oficiais. Mas matam-nas, apenas.
Pela ciência?, perguntamos nós, na senda das questões há muito tempo levantadas por pensadores de estirpe, pensadores de referência. Ora, pela ciência não se deveria matar. A verdadeira ciência é aquela que é pela vida, pois que outra que reclame a morte para chegar a resultados deverá muitíssimo, senão tudo, a um interesse egoísta e que não levará a bom porto o futuro da humanidade. E para que serve a humanidade se o futuro for menos que bom para os seus usufrutuários?
Para terminar a nota: não são os japoneses apenas os maus da fita, o problema está na espécie, na maior parte dela.
Mas devemos manter a esperança, mesmo com lágrimas, mesmo tapando a revolta, só assim poderemos ainda materializar - mesmo que num outro tempo - um mundo melhor.
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Hospital de Faro, uma terrível nódoa, esta história!
Já na Urgência de um Hospital de referência de Coimbra, dizem que da Universidade mais antiga e mais respeitada, parece que a coisa não correu ao nível de um país europeu, como se denomina habitualmente Portugal. Uma senhora foi agredida enquanto esperava que uma sua colega fosse atendida. Agredida, violentamente, por um ser embriagado. Sem segurança à vista! Morreu!
Agora, mais um caso. Triste! Sem palavras. Maltrata-se e mata-se num hospital, em Portugal e em 2007.
Um exemplo do estado de um país que não se sabe cuidar. Sem dimensão. Triste, tão triste como já o foi num passado mais ou menos recente. Triste!
sexta-feira, outubro 12, 2007
quarta-feira, agosto 01, 2007
R.I.P.

Em dois dias, o cinema perdeu dois dos seus mais significativos representantes. Cinema esse que se encontra num estado deplorável, apático, letárgico, diria mesmo moribundo. Talvez o desaparecimento destes dois expoentes máximos da chamada sétima arte, signifique isso mesmo, a proximidade de uma morte há muito anunciada (o próprio Louis Lumière duvidava seriamente da sobrevivência desta disciplina, desde sempre dividida entre a faceta artística e um lado prostituto, meramente comercial) e por várias vezes adiada devido aos génios inconformados daqueles que lhe devolveram o fôlego da vida e a chama da arte maior. Recordo como Griffith ressuscitou o cinema do coma prematuro em que se encontrava no início do século XX ao criar e introduzir uma linguagem cinematográfica definitiva (a mesma que ainda hoje conhecemos) que permitiu finalmente o uso de uma narrativa mais completa e complexa, até então impossível, libertando os filmes da sua mera condição de palhaçada limitada a dez minutos e elevando-os às emocionantes história de duas horas que nos deixam agarrados ao ecrã, vivendo essa coisa mágica que é a catarse. Um pouco mais tarde, Eisenstein deu um passo em frente no que toca à montagem, imprimindo um dinamismo sem precedentes ao cinema, transformando sequências de imagens em metáforas simbólicas que deixavam as plateias em êxtase. Outros houve que com estes aprenderam, ou em paralelo deixaram o seu legado e o tornaram numa das formas mais evidentes e abrangentes de comunicação e afirmação, quer de ideais políticos, sociais, económicos ou artísticos. Nas últimas décadas, em especial desde os anos 80 e salvo raras excepções, o cinema tem vindo a fraquejar em ambos os extremos da equação. Sinto que está esgotado, velho, decadente, à beira do ridículo e por consequência, do fim. Redundante. Sobram uns quantos exemplos, poucos, que me levam a crer que o cinema pode sair deste marasmo moribundo, que se divide entre a patética estagnação da vertente industrial e a pseudo-intelectualidade de um vazio sem precedentes em que se encontra de momento. Não fora um certo Inland Empire de um Lynch visionário, muito à frente do seu tempo, ou o Hotel de um Figgis puramente rebelde, eu diria que amanhã o terceiro defunto seria o cinema, ele próprio, a constar nos cabeçalhos dos jornais como “Aquele que morreu por ter chegado ao fim”.
terça-feira, julho 24, 2007
O Regresso do Corvo!

Após um longo período de ausência devido a múltiplas questões do foro profissional, este corvo volta a rasar baixinho os vastos campos semeados de letras da blogoesfera.
Sempre atento ao desenrolar desta narrativa desenfreada, que é a vida, faltam-me as palavras neste regresso tardio. Ou melhor, as palavras não me faltam, não sei é por onde começar, o que no fundo vai dar ao mesmo. Folgo em constatar que esta história sem fim, que lentamente se desenrola, continua a conter todos os ingredientes da arte maior, alternando com sabedoria entre os vários registos que fazem de uma narrativa um prazer completo e complexo. Haja comédia, paixão, drama, aventura, terror.
Um Benfica cor-de-rosa e feliz, quase chinês por um triz, um primeiro-ministro perdido, às escuras e o séquito de fiéis cegos que o acompanha, um Joe, que é quase Dalton, mas se disfarça de Berardo, que ocupa o CCB e dispara em todas as direcções falhando sempre o alvo (enquanto aproveita tal distracção para ir aliviando o peso de umas moedas aos que ficam a olhar para o ar), um Verão primaveril, a fórmula 1 que já não dá, o futebol que está sempre a dar, o Pinto da Catarina que vai ao castigo, a televisão que teima em dar mais do mesmo e do mesmo consegue sempre dar mais, um Penim que tarda em desaparecer, o Lula e o Choco a trocar tinta, os prós e os contras que a nada levam, as Chiquititas que Juram Vingança da Floribella, uma câmara sem presidente, um candidato que queria extinguir o IPPAR, meter água com a EPUL, fazer não se sabe bem o quê com a EPAL, para no fundo extinguir o IPPAR... Uns partos aqui, uns óbitos acolá, cada vez nascem menos, isto anda ao Deus dará… No Iraque tudo na mesma, vão morrendo a conta-gotas e o cowboy todo contente… Pelas Américas revolta-se a gente, cada vez mais limpinhos e ecológicos, do Prius ao Hummer, todos deitam água de colónia dos escapes, com cheirinho a alfazema… Os lusos lá vão reconquistando o mundo há muito perdido, uns poços de petróleo em Angola, umas auto-estradas nos States, o Renova preto sempre a dar… Uma desgraça no Japão, a Maddie que vale um milhão, o Milhafre desaparecido, o cinema que está perdido, na música a mesma coisa, neste mundo meio combalido, passarinho preso na loisa…
Lamento o tom fraudulento e enganador, mas como avisei ao início, estou perdido neste emaranhado de acontecimentos que alternam entre o hilário e o lúgubre. Pode ser que com o tempo me vá reencontrando.
O Corvo.
terça-feira, julho 03, 2007
O BRONX de Lisboa...
Talvez (?) uma invenção dos sucessivos governos lusos.
Já somos 'modernos'!



