
DAS ALTURAS SEMPRE OS PÁSSAROS CONCLUIRAM UMA VISÃO QUASE DRAMÁTICA PARA O QUE SUPOSTAMENTE PARECE SER O PARAÍSO; E A MENTE, QUE SOFREGAMENTE MENTE, CONTINUARÁ A DEIXAR O RASTO DA INEXISTÊNCIA DAS RESPOSTAS QUE NOS ILUDEM O SONHO. POR ISSO... SÓ NOS RESTA VOAR!
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Salvem o "Miguel" (e os outros também)!

segunda-feira, fevereiro 02, 2009
"Qimonda" aqui já não sou eu.

2 - AUTOEUROPA - AUTOMÓVEIS, LDA
3 - QIMONDA PORTUGAL, SA
4 - REPSOL POLÍMEROS LDA
5 - SOPORCEL - SOCIEDADE PORTUGUESA DE PAPEL, SA
6 - CONTINENTAL MABOR - INDÚSTRIA DE PNEUS, SA
7 - PORTUCEL - EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, SA
8 - PEUGEOT CITROEN AUTOMÓVEIS PORTUGAL, SA
9 - SOMINCOR - SOCIEDADE MINEIRA DE NEVES - CORVO, SA
10 - BLAUPUNKT AUTO-RÁDIO PORTUGAL, LDA
Globalização pouco global!

sábado, janeiro 31, 2009
Entre a espada e a parede

O ano começa especialmente mal para um dos pilares económicos deste país.
As alterações na chamada Tributação Autónoma, no P.C. (Pagamento por Conta) e no P.E.C. (Pagamento Especial por Conta), numa altura em que se apregoam ajudas às pequenas e médias empresas, revelam bem a ironia e o sentido de humor negro, tão característicos de um governo do sul da Europa.
Assiste-se, uma vez mais, ao lançamento de uma cortina de fumo que tem como objectivo desviar a atenção dos reais contornos desta chamada "crise" que assola o mundo. Crise essa que por cá, pouca importância tem quando comparada com o mexerico e a iminente escandaleira. Quem é que vai quer saber da Tributação Autónoma e do Pagamento por Conta, quando o 1º Ministro, num ano de eleições legislativas, se vê envolvido num potencial escândalo de corrupção?
Num país de iliteratos, é muito mais interessante (e fácil) especular com grande afinco acerca dos culpados e inocentes (sendo que as massas se entusiasmam mais com os culpados) do que estar atento às decisões do poder que influenciam directamente a vida e as condições de vida daqueles que tanto especulam em vez de estar atentos.
Depois há os chavões mediáticos, de que as pessoas gostam muito mas de que normalmente sabem pouco. Coisas como o Freeport , a 3ª ponte, o aeroporto, o TGV, o BPN ou o BPP, vão servindo de quebra-gelo no dia-a-dia da sociedade. No entanto fica sempre bem ter assunto ou no mínimo opinião, acerca destas coisas. Mas após aquela fase inicial de conversa, em que se lançam para a mesa um apanhado das memórias mais presentes daquilo que se ouviu ou se leu acerca do assunto nos últimos dias (tudo dito em tom de opinião), o que realmente fascina as pessoas, é especular quem estará por detrás disto e daquilo, quem andará a meter dinheiro ao bolso, quem sofrerá as consequências, quem pagará a factura e, em suma, quem será culpado... Ou inocente, claro. O mais curioso é que tal debate, nunca se traduz numa tomada de atitude ou de posição concreta relativamente a coisa nenhuma. Mesmo que se apurem "culpados" e que a certeza seja absoluta, a consequência máxima resultante será sempre e apenas uma carga extra de emoção na abordagem do assunto e todos os actos de revolta contra tal vilania, serão sempre teóricos e jamais passarão a outro formato que não o da ilustração verbal. Parece que esta passividade tem uma raiz genética, contendo uma informação acumulado ao longo dos séculos, que nos faz assumir que, de uma forma ou de outra, estaremos sempre a ser pilhados e ludibriados por quem está no poder, tomando-o portanto como um dado pacífico e adquirido.
Por outro lado, assassinar a carreira política de José Sócrates em ano de eleições, quando a única alternativa é uma senhora cujos recursos políticos variam apenas entre um silêncio absurdo e veementes críticas, demonstrando assim uma falta absoluta de ideias concretas, alternativas e soluções que não passem apenas por colocar a palavra "não" antes de todas as iniciativas e planos do actual governo, não me parece alternativa.
Sinto portanto que estamos entre a espada e a parede. E o problema é a tal da "crise", que muita gente ainda não percebeu que, mais do que um excelente tema para conversas de café (e muito caro aos lusitanos dada a sua fácil conotação com o fado e a desgraça), lhes pode mudar a vida por completo, num abrir e fechar de olhos, enquanto se distraem com a grande novela dos culpados e inocentes.
"Não perca esta noite, mais um episódio de Freeport, a primeira novela portuguesa transmitida por todos os canais em simultâneo, com uma versão diferente em cada um. A escolha a sua..."
domingo, agosto 24, 2008
Portugal violento
Está precisamente a passar dos limites toleráveis. Esta situação que se vive hoje em Portugal é a mais perigosa da Europa.
O estado democrático português não está a saber lidar com as questões relativas à segurança dos cidadãos.
Os sucessivos Governos têm uma má relação com o tema da Segurança Interna. Má consciência?
O que se passa hoje é o resultado de 30 anos de falta de visão política global e de avulso deslumbramento intelectual.
Portugal está a falhar em toda a linha, interna e externamente.
Falhanço total? Ainda podemos ir a tempo de sair deste ambiente perigoso?
Responsáveis?
...
A culpa é da globalização?
Disparate. É verdade que é uma situação irreversível e deve ser aceite pelas suas características intrínsecas, mas a segurança interna de um país, mesmo democrático e europeu é sempre um tema de liderança e capacidade de previsão, mais a reposta que se impuser pelas circunstâncias.
O país está a derivar perigosamente para um beco pouco saudável.
Aos contribuintes está a chegar a responsabilidade da resposta. Se um estado não responde, deve responder quem paga.
Os outros, os que não pagam encontram-se talvez divertidos a observar uma situação que também lhes pode estalar nas mãos.
Cuidado com as consequências!
O Tua e as justificações...
Como resolver, se os mesmos administradores públicos vêm dizer que o seu capote não tem penduradas culpas e que as causas ninguém as pode saber tão facilmente?
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
O Japão e a má relação com as baleias
Por conveniência? Por fome? Pela sobrevivência, essa luta natural e incómoda para a vida, que paradoxo!
Matam-nas. Mães e filhas. No seu meio ambiente. Matam-nas, simplesmente. Pela ciência, dizem os anúncios oficiais. Mas matam-nas, apenas.
Pela ciência?, perguntamos nós, na senda das questões há muito tempo levantadas por pensadores de estirpe, pensadores de referência. Ora, pela ciência não se deveria matar. A verdadeira ciência é aquela que é pela vida, pois que outra que reclame a morte para chegar a resultados deverá muitíssimo, senão tudo, a um interesse egoísta e que não levará a bom porto o futuro da humanidade. E para que serve a humanidade se o futuro for menos que bom para os seus usufrutuários?
Para terminar a nota: não são os japoneses apenas os maus da fita, o problema está na espécie, na maior parte dela.
Mas devemos manter a esperança, mesmo com lágrimas, mesmo tapando a revolta, só assim poderemos ainda materializar - mesmo que num outro tempo - um mundo melhor.
sexta-feira, dezembro 07, 2007
Hospital de Faro, uma terrível nódoa, esta história!
Já na Urgência de um Hospital de referência de Coimbra, dizem que da Universidade mais antiga e mais respeitada, parece que a coisa não correu ao nível de um país europeu, como se denomina habitualmente Portugal. Uma senhora foi agredida enquanto esperava que uma sua colega fosse atendida. Agredida, violentamente, por um ser embriagado. Sem segurança à vista! Morreu!
Agora, mais um caso. Triste! Sem palavras. Maltrata-se e mata-se num hospital, em Portugal e em 2007.
Um exemplo do estado de um país que não se sabe cuidar. Sem dimensão. Triste, tão triste como já o foi num passado mais ou menos recente. Triste!
sexta-feira, outubro 12, 2007
quarta-feira, agosto 01, 2007
R.I.P.

Em dois dias, o cinema perdeu dois dos seus mais significativos representantes. Cinema esse que se encontra num estado deplorável, apático, letárgico, diria mesmo moribundo. Talvez o desaparecimento destes dois expoentes máximos da chamada sétima arte, signifique isso mesmo, a proximidade de uma morte há muito anunciada (o próprio Louis Lumière duvidava seriamente da sobrevivência desta disciplina, desde sempre dividida entre a faceta artística e um lado prostituto, meramente comercial) e por várias vezes adiada devido aos génios inconformados daqueles que lhe devolveram o fôlego da vida e a chama da arte maior. Recordo como Griffith ressuscitou o cinema do coma prematuro em que se encontrava no início do século XX ao criar e introduzir uma linguagem cinematográfica definitiva (a mesma que ainda hoje conhecemos) que permitiu finalmente o uso de uma narrativa mais completa e complexa, até então impossível, libertando os filmes da sua mera condição de palhaçada limitada a dez minutos e elevando-os às emocionantes história de duas horas que nos deixam agarrados ao ecrã, vivendo essa coisa mágica que é a catarse. Um pouco mais tarde, Eisenstein deu um passo em frente no que toca à montagem, imprimindo um dinamismo sem precedentes ao cinema, transformando sequências de imagens em metáforas simbólicas que deixavam as plateias em êxtase. Outros houve que com estes aprenderam, ou em paralelo deixaram o seu legado e o tornaram numa das formas mais evidentes e abrangentes de comunicação e afirmação, quer de ideais políticos, sociais, económicos ou artísticos. Nas últimas décadas, em especial desde os anos 80 e salvo raras excepções, o cinema tem vindo a fraquejar em ambos os extremos da equação. Sinto que está esgotado, velho, decadente, à beira do ridículo e por consequência, do fim. Redundante. Sobram uns quantos exemplos, poucos, que me levam a crer que o cinema pode sair deste marasmo moribundo, que se divide entre a patética estagnação da vertente industrial e a pseudo-intelectualidade de um vazio sem precedentes em que se encontra de momento. Não fora um certo Inland Empire de um Lynch visionário, muito à frente do seu tempo, ou o Hotel de um Figgis puramente rebelde, eu diria que amanhã o terceiro defunto seria o cinema, ele próprio, a constar nos cabeçalhos dos jornais como “Aquele que morreu por ter chegado ao fim”.
terça-feira, julho 24, 2007
O Regresso do Corvo!

Após um longo período de ausência devido a múltiplas questões do foro profissional, este corvo volta a rasar baixinho os vastos campos semeados de letras da blogoesfera.
Sempre atento ao desenrolar desta narrativa desenfreada, que é a vida, faltam-me as palavras neste regresso tardio. Ou melhor, as palavras não me faltam, não sei é por onde começar, o que no fundo vai dar ao mesmo. Folgo em constatar que esta história sem fim, que lentamente se desenrola, continua a conter todos os ingredientes da arte maior, alternando com sabedoria entre os vários registos que fazem de uma narrativa um prazer completo e complexo. Haja comédia, paixão, drama, aventura, terror.
Um Benfica cor-de-rosa e feliz, quase chinês por um triz, um primeiro-ministro perdido, às escuras e o séquito de fiéis cegos que o acompanha, um Joe, que é quase Dalton, mas se disfarça de Berardo, que ocupa o CCB e dispara em todas as direcções falhando sempre o alvo (enquanto aproveita tal distracção para ir aliviando o peso de umas moedas aos que ficam a olhar para o ar), um Verão primaveril, a fórmula 1 que já não dá, o futebol que está sempre a dar, o Pinto da Catarina que vai ao castigo, a televisão que teima em dar mais do mesmo e do mesmo consegue sempre dar mais, um Penim que tarda em desaparecer, o Lula e o Choco a trocar tinta, os prós e os contras que a nada levam, as Chiquititas que Juram Vingança da Floribella, uma câmara sem presidente, um candidato que queria extinguir o IPPAR, meter água com a EPUL, fazer não se sabe bem o quê com a EPAL, para no fundo extinguir o IPPAR... Uns partos aqui, uns óbitos acolá, cada vez nascem menos, isto anda ao Deus dará… No Iraque tudo na mesma, vão morrendo a conta-gotas e o cowboy todo contente… Pelas Américas revolta-se a gente, cada vez mais limpinhos e ecológicos, do Prius ao Hummer, todos deitam água de colónia dos escapes, com cheirinho a alfazema… Os lusos lá vão reconquistando o mundo há muito perdido, uns poços de petróleo em Angola, umas auto-estradas nos States, o Renova preto sempre a dar… Uma desgraça no Japão, a Maddie que vale um milhão, o Milhafre desaparecido, o cinema que está perdido, na música a mesma coisa, neste mundo meio combalido, passarinho preso na loisa…
Lamento o tom fraudulento e enganador, mas como avisei ao início, estou perdido neste emaranhado de acontecimentos que alternam entre o hilário e o lúgubre. Pode ser que com o tempo me vá reencontrando.
O Corvo.
terça-feira, julho 03, 2007
O BRONX de Lisboa...
Talvez (?) uma invenção dos sucessivos governos lusos.
Já somos 'modernos'!
domingo, julho 01, 2007
O Enigma no Afeganistão...
Como se poderá interpretar um facto deste tipo?
A Justiça (?) lusa!
E dizem os entendidos, claro, que este é um país credível!
Imaginem o que seria necessário fazer para que estes senhores fossem dissuadidos da vida que levam; lixar os que pagam impostos apenas leva a medidas que incluem apresentação periódica!
É para rir ou chorar?
quinta-feira, junho 28, 2007
sábado, junho 02, 2007
Notícia chocante!
Quem é esta gente? Que responsáveis temos nós a ganhar o dinheiro do contribuinte e a fazer figura de 'urso'? O que é que se pode dizer destes espécimes?
O que é que se pode dizer de um Estado que ao tomar conhecimento desta história não se mexe no sentido de resolver a questão a bem dos Direitos da Humanidade?
Não vamos descansar e não vamos deixar de acompanhar esta 'enormidade'.
Um dia, neste país, a responsabilidade vai ter que ser pedida a quem de alguma maneira a vestiu!
segunda-feira, maio 21, 2007
Notícia perigosa
O modo como os órgãos de comunicação fazem uso indiscriminado da sua falta de regulação é, no minimo, perigosa.
Esta parece ser uma notícia colocada de forma irresponsável. Esta é uma forma de envenenamento com o rabo já muito de fora.
Portugal esta a resvalar. E quem chama a isto 'democracia' brinca com o fogo!
segunda-feira, maio 14, 2007
Filomena Teixeira, a face do atraso dos responsáveis
Em Portugal o hábito é lavar! E só nos mexemos se os media internacionais nos colocam em 'xeque'.
1998 foi já ali ao lado, não aconteceu no século passado!
Só falta dizer que a Internet é a responsável pela maior eficácia das conclusões, deixando de lado a questão da solidariedade , das leis internas e da consciência - ou a falta dela - de muitos portugueses responsáveis!
O problema não é a polícia portuguesa. A nossa polícia é óptima; a questão legal é que talvez nos trame!
O maior valor de um trabalho - em qualquer área profissional - é a qualidade da prevenção!
Filomena, uma grande, grande força para si! Não desista!
segunda-feira, abril 09, 2007
O preço de um sistema que é um fracasso
domingo, janeiro 07, 2007
A ineficácia portuguesa na Nazaré!
O caso da Nazaré é pura e simplesmente uma vergonha! Somos pobres e continuamos subdesenvolvidos para o que verdadeiramente interessa. E é uma pena!
Quase sem comentários
ESTA É UMA NOTÍCIA RETIRADA DO EXPRESSO
Como dado digno de estudo, por favor, atente-se no último parágrafo, especialmente na frase "Vistas sem as explicações dos mais velhos (...) ou mais sensíveis que o habitual", a qual deixamos sem qualquer comentário, obviamente por falta de capacidade ou para não ultrapassarmos o limite da boa educação!
A nossa sensibilidade diz-nos que esta é a forma de pensar da sociedade actual, em suma, este é o resultado das democracias da moda, as democracias que se mascam como uma qualquer pastilha, apenas porque 'todos os direitos são sagrados', ou seja, vivemos na fase do 80!
O que é a história senão um oceano sujeito às leis da expansão cósmica, cumprindo os seus ciclos de movimento acelerado e de calma embora sempre com tonalidades diferenciadas?
sexta-feira, janeiro 05, 2007
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Os criados de Bush!
terça-feira, janeiro 02, 2007
À atenção de Mr. Bush e de Mr. Blair!
segunda-feira, janeiro 01, 2007
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Saddam; os humanos continuam a desafiar as lições básicas da História
quarta-feira, dezembro 27, 2006
O mau exemplo!
sábado, dezembro 23, 2006
O princípio do fim de uma barbaridade!
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Outro anúncio...
terça-feira, dezembro 05, 2006
ANÚNCIOS PAROQUIAIS
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Uma vergonha cósmica...

Ao constatarmos o facto torna-se muito mais difícil escrever e falar sobre o mau trato a que os animais estão sujeitos, especialmente aqueles que servem para a alimentação da população 'inteligente'. Já nem colocamos na mesa a actualíssima dscussão sobre o comer carne ou não; deixemos essa questão para outras calendas, possivelmente para daqui a uns bons anos em que as revelações e a experiência científica poderão ajudar o público consumidor a perceber melhor o seu papel como depositário da tal inteligência, permitam-nos, de certo modo 'mítica'.
Custa, de qualquer modo, muito ler notícias como esta (procurem nas notícias da coluna da direita)! A canalha portuguesa - claro que existe canalha em todos os países do mundo - sofregamente sentada em cima de um lucro de origem esclavagista, trata os animais que são oferecidos à alimentação da população como se de objectos se tratasse.
Abjecto, portanto e nestes casos digno de assassinos efectivos e à solta. Afinal, daqui por um par de anos serão denominados por assassinos pela gente que vier substituir esta grande massa não-pensante que habita, no caso presente, em Portugal. Como a lei é permissiva, ou melhor os sistemas de controlo relativamente a estes excessos, vale tudo aqui no território do faz-de-conta.
Agora por isso: saberá esta gente - se é possível chamar a esta escumalha 'gente' - o que está a ingerir e a relação com as formas de tratamento e morte dos valiosos 'conteúdos' na consequente digestão 'pacóvia' e excessivamente farta na barriga dos brutos?
E não confundam, nem falo como vegetariano, mas são cenas destas que possivelmente vão ajudar a acabar com um comércio perfeitamente inadequado aos desafios que se erguem no presente e futuro da humanidade.
sexta-feira, novembro 24, 2006
Pobres de nós...
Contudo, se sabem, como se pode ansiar a uniformização de pensamento, se o local onde ela se encontra não aparece nos exames neurológicos mais ou menos comuns?
terça-feira, novembro 21, 2006
ANÚNCIOS PAROQUIAIS
sexta-feira, novembro 17, 2006
Vai Uma Bucha De Super-Poderes?

terça-feira, outubro 31, 2006
Bush, afinal, também pode ser um 'muro'!
Contudo já se sabia que o presidente americano tinha uma afinidade especial para resolver os problemas através de muros, pois a imaginação é um factor que lhe sobra, ainda por cima no lugar de pouca responsabilidade que ocupa.
segunda-feira, outubro 30, 2006
E Quioto, Portugal?
sexta-feira, outubro 27, 2006
O perigo da palavra tradição
quinta-feira, outubro 26, 2006
A RTP e os grandes(?) portugueses!
A democracia portuguesa no seu melhor!
sábado, outubro 21, 2006
Entre-os Rios ou entre culpas?
Bem, houve um julgamento, houve uma sentença, daí poder responder-se que sim, que funciona. Mas, e neste processo não há culpados? Será verdade aquilo que ouvi a um advogado de defesa, dizendo que a ponte caiu 'de causas naturais'? Se é assim, está na hora de se poupar com os engenheiros e consequentemente com os departamentos do estado que tratam das obras públicas!
E só nos resta rezar e comprarmos suficientes amuletos sempre que passarmos numa ponte em território nacional. Que lástima!
sexta-feira, outubro 13, 2006
O fim da barbárie?
segunda-feira, outubro 09, 2006
Militares, possíveis, desejáveis e urgentes ocupações

Já dizia Carl Sagan nas 'Ligações Cósmicas', Gradiva, que...
"A história da exploração da superfície da Terra tem sido largamente uma história militar; emparte porque é uma aplicação apropriada das tradições militares de organização e coragem pessoal. São as outras tradições militares que hoje nos colocam em perigo. (...) E sabe-se que a grande maioria dos astronautas e cosmonautas têm sido militares. Isto é certamente bom. Quantos mais estiverem ocupados lá em cima, menos estarão ocupados cá em baixo."
quarta-feira, outubro 04, 2006
domingo, outubro 01, 2006
Uma noticia que cheira a 'desenvolvimento'!
sexta-feira, setembro 29, 2006
quarta-feira, setembro 20, 2006
A Lista Negra dos Municípios, os Pró-Touradas!
Enquanto não entendermos o nosso posicionamento na escala, enquanto não entendermos a nossa responsabilidade perante tudo o que nos envolve, não passaremos apenas de vírus com cabeça, pernas e braços. E os vírus são normalmente objecto de destruição!
segunda-feira, setembro 18, 2006
Fraquezas do sistema democrático
Volta, Joana! Estás perdoada.
domingo, setembro 17, 2006
O Papa parece que meteu o pé na poça!

Nas relações internacionais dos dias de hoje, possivelmente como nos 'dias de sempre', a prestação do chefe católico deseja-se política porque político foi sempre o seu posicionamento perante os diversos povos, os diversos crentes das variadas 'crenças' e especialmente perante a ignorância ancestral dos povos, de todos os povos da Terra.
Aquilo que se pede a um PAPA actualmente é que, mais que um bombeiro, se apresente na pele de uma personagem conhecedora das dores da humanidade e com capacidade para prever os incêndios do mundo, especialmente quando eles se encontram espalhados por áreas nas quais só muito dificilmente poderá ser obtido sucesso no verdadeiro combate às causas que não nas tentativas pejadas de uma hipocrisia surda e fria e que tem acompanhado as públicas manifestações dos líderes políticos dos diversos lados.
Este PAPA é um académico, diz-se. Óptimo, se deixar então um pouco do dogma de lado e puser a cabecinha a funcionar poderá dar uma ajuda aos seus 'adeptos' não inflamando mais o outro lado da inflamação, especialmente aqueles que estão sempre à espera das faúlhas do ocidente descontraído para poderem justificar o injustificável. É isto que se espera de um PAPA, certo?
Contudo, se um qualquer líder político faz o papel do ofendido com as palavras do PAPA num discurso proferido numa universidade, e ainda por cima quando as palavras mágicas ganham cobertura na forma de citação, estamos seguramente perante um empolamento que traz água no bico (em linguagem de pássaro) e mais, terá na sua retaguarda intenções decerto muito complicadas.
Não se compreende, e em termos de estadista com responsabilidades acrescidas, que Bento, o XVI, não se tenha referido com carácter crítico ao facto de os extremismos levarem sempre ao precipício, fornecendo como exemplo 'as cruzadas católicas', ' a inquisição católica', as ordens fundamentalistas católicas, etc., e tenha apenas referido o Islão como crença ligada à ponta da espada.
Nos dias de hoje, falar em Terra de ignorantes é muito complicado, e porquê? Simplesmente porque a Fé costuma ser... cega!
quarta-feira, setembro 13, 2006
Sempre a estrear!
Haverá país, no mundo inteiro, onde este musical tenha estreado mais vezes? E com o apoio total dos media portugueses? Somos mesmo parolos! Ainda por cima a fazer promoção de 'castings' de 3ª categoria não portugueses!
Justiça portuguesa? Filme de terror! Não funciona.
O contribuinte que levou com a 'fava'... lixou-se! O sistema não funciona.
segunda-feira, setembro 11, 2006
Terror, outra versão...
sexta-feira, setembro 08, 2006
Massacre!
É uma evidência o facto do nome atribuído à 'renovada Catedral da Tortura em Portugal' - com disfarces comerciais nas partes mais baixas - conter a palavra 'pequeno'. Não poderia lá existir outra expressão mais apropriada!
quarta-feira, setembro 06, 2006
Uma no cravo...?
Um excerto,
"Tudo começa no sistema de partidos. Admito que a prazo o sistema democrático se possa estruturar sem ou apesar dos partidos políticos. Penso, aliás, que quanto mais os partidos demorarem a reformar-se, mais provável será que se tornem desnecessários ao funcionamento do sistema. Mas por enquanto são incontornáveis, até porque o modelo constitucional é aquilo a que Zampetti chamava "um Estado democrático de partidos". E, em minha opinião, é preferível tentar salvar o sistema de partidos do que apostar no desconhecido de uma solução alternativa."
Alucinações radiofónicas
Pareceu-me, entretanto, ter ouvido "... e finalmente conseguiram conseguir o prémio." Se não foi isto que ouvi foi muito próximo. Certo, certo é que conseguiram conseguir é a expressão conhecida pela fava aqui na memória do passarinho.
E porque não? Todos temos direito a errar, né?
domingo, setembro 03, 2006
O pior amigo do CÃO

Já não era necessário assistir à actuação de Fiúza, o tal presidente do Gil Vicente, essa maravilhosa construção do estado democrático português nos últimos 30 anos.
O Expresso de ontem aponta o Homem Português, esse espécime que de atrasado tem quase tudo (não esquecer que a pior peça define o nosso HiFi), como exemplo do típico 'abandonador' de animais. A situação é caótica em Lisboa, e se não fosse a boa(!) ajuda da Brisa na maior parte do país (lá se vão executando vários animais perdidos dos seus exemplares donos sem dó nem piedade) a coisa ainda seria pior(!*?).
Destas obras com resultados no nosso pobre quotidiano já ninguém responsável tem qualquer interesse em aparecer aos olhos da população para a recolha de medalhas! Triste, muito triste.
sexta-feira, setembro 01, 2006
Uma pérola de Carmona!
Nunca percebi porque produzem geralmente os políticos no activo comentários com a mesma profundidade com que eu os desenvolvo enquanto tomo uma bica!
sábado, agosto 26, 2006
Em Portugal vale tudo...

E parece que os responsáveis pelas discotecas K se estão borrifando para os tribunais portugueses - é verdade que os ditos estão longe de ter qualidade europeia mas, num estado de direito como presumivelmente é o nosso, é coisa de pasmar -!
A notícia é lamentável e reflecte o estado de vandalismo legal que grassa cá pelo território. Mais uma!
segunda-feira, agosto 21, 2006
Oh, Brisa, e não há desconto?

sábado, agosto 19, 2006
Ensino básico!
Consulte a 'pista' para produzir uma resposta correcta!
sexta-feira, agosto 18, 2006
O Ministro tem razão!
Mais, hoje, Portugal é um falhanço porque nem Portugueses parece habitarem nele!
quarta-feira, agosto 16, 2006
Tempo de luto!

Parece que começou a época de caça. Aquela época em que os caçadores (daqui a 50 anos serão considerados assassinos ou pessoas a evitar pela legislação da altura) podem atirar aos pombos, rolas e outros colegas e afins. Diz a notícia que os meios para a fiscalização não parecem óptimos ou sequer aceitáveis - faltam fiscais, pois o país está de tanga e não há verbas, dizemos nós.
Caçador é - na maior parte das vezes - um gatuno qualquer que tem licença de porte de arma de caça (agora qualquer um pode ter porque a fiscalização é igual a zero, dizemos nós) e que vai matar à vontade para resolver as suas depressões caseiras, possivelmente problemas relativos a erecção e afins.
Depois e para agravar, utiliza cães. Mais grave ainda é que assim que não necessitar do serviço dos ditos devolve-os à morte (como não poderia deixar de ser) abandonando-os nas auto-estradas de forma perfeitamente terrível.
Não somos nós que o dizemos, o estudo foi feito e este é um aspecto que caracteriza o caçador português da actualidade.
Uma merda este português caçador!
Assim e em sua homenagem deixamos este cartoon e que lhe faça bom proveito.
sábado, agosto 05, 2006
O povo português é atrasado e deixa-se levar!
Especialmente no Norte do país os incendiários são mais que muitos, fazendo com que o negócio 'do ar' seja extremamente rentável.
Parece que sim - à primeira vista - que tudo mudou na Natureza e nas temperaturas, mas não é verdade. Frios, muitos e calores, pfffff, mais que muitos, sempre houve, mas incêndios com esta relevância nunca foram notícia. Então o que mudou? Obvio: o interesse em negócios que passam pelo fogo, pelo acender e apagar.
Para ajudar à festa têm os incêndios merecido honras de espectáculo nas TVs, com câmaras trabalhadeiras junto aos bombeiros e um destaque cada vez maior como se de um filme de ficção se tratasse. Vão-se prendendo uns executivos, mas aqueles que lhes pagam... nunca aparecem. Um caso para detectives de grande dimensão profissional!
O facto de 'o povo se deixar levar' tem a ver com aquela frase politicamente correcta e que diz que quem não vota não ajuda a democracia e pode colocá-la em perigo! Nem os alentejanos consequem anedotas tão boas como esta!
Branqueamentos S. A.
terça-feira, agosto 01, 2006
Finanças: a decisão é boa ou má?
Lá foram eles, a maior parte dos pró-calotes, pagar à pressa as suas velhas contas e eis que a medida do Estado ganhou eficácia.
País actualmente pobre de mentalidades?
Pois, parece que sim. É que uns estão para os outros, e parece que o Governo actual conhece bem as manhas do português típico pós-cravista. Porque será?
Ainda por cima isto passa-se com um Ministério das Finanças que funciona mal a maior parte das vezes e que até é devedor também assumido de empresas e particulares. Que fazer?
Mas por outro lado, e sem desempatar, temos que levar com o Presidente da Ass. dos Contribuintes muito chateado com a decisão, mostrando satisfação com o hipotético caso de um engano fatal nas listas para, assim, poder levar o Governo a tribunal, conforme incitação massiva durante o santo dia nos meios nacionais!
Quer dizer, eu pago, tu pagas, o outro não paga e adivinha quem se lixa? Será que há filhos e enteados na 'nova democracia portuguesa'? Questão simples para a historiografia, daqui por 50 anos, claro.
A história dos direitos e deveres como matéria é muito difícil para o português actual. Joga e perde sempre!
segunda-feira, julho 31, 2006
Fogo, não posso deixar de escrever...
Não há palavras para descrever, no seu triste conjunto, um crime de tão grande envergadura, digno dos maiores atentados que se têm feito ao país.
Acuso os Governos de Portugal de conluio, acuso os portugueses detentores desse conhecimento de traição!
Por vezes a Justiça, a verdadeira, chega tarde, mas chega... sempre!
quarta-feira, julho 26, 2006
Oh, Israel, porque abusas de uma razão?
Israel deseja uma guerra séria; os EUA também; o Hezbollah também; os fanáticos dos dois lados também; os teóricos realistas também; e as crianças que ainda não são de ninguém?
quinta-feira, julho 20, 2006
Médio Oriente... a ignorância...
Não posso deixar de registar o choque, porque não há homenagens para prestar, que é ver as vítimas da chacina quotidiana que por ali se vai produzindo.
Só os 'realistas', os políticos do passado podem prestar homenagens. A morte nunca se resolverá com homenagens. Não passam apenas de estúpidas desculpas ou tentativas de limpeza de consciências mal arrumadas de gente que não fez tudo para evitar os males da guerra. Sim, essa guerra que os teóricos defendem como necessária. apenas também porque as bombas não lhes caiem na cabeça e não lhes desfaz os filhos como aconteceu a estes dos quais ninguém estará interessada em soletrar os nomes. Nomes que continuarão desconhecidos como se nunca tivessem vivido na Terra.
As crianças por terra, perfeitamente em partes, queimadas e naturalmente mortas, não autorizam ninguém a dizer... nada para defesa de princípios, de política, de seja o que for.
Em 2006, assistir a esta barbárie, sem poder fazer grande coisa senão apelar ao desconhecido ou rezar, é uma dor que já nem se sente, porque a partir daqui o que vemos não tem sentido, são apenas imagens que não desejamos reais.
Os responsáveis de Israel, Hezbollah, os americanos, os russos, os isto, os aquilo, 'puta que os pariu a todos', porque não estão cá a fazer nada, diz cá o pássaro. De outro modo mostrariam utilidade!
Lixem-se! Muito, se puderem.
terça-feira, julho 18, 2006
segunda-feira, julho 17, 2006
COMEÇOU!

quinta-feira, julho 13, 2006
A Não Perder!

Outra vez, Zidane!
Uma agressão é uma agressão! Uma brutal agressão é uma brutal agressão.
Zidane mostrou-se cobarde.
Quando se agride um adversário com a má fé com que ele o fez, o perdão morre solteiro. E não se perdoa porquanto se sabe que só os tribunais desportivos podem intervir 'na jogada'. Como ele também sabe!
Foi insultado? E depois? Em todos os jogos a sério onde ele tem jogado os insultos são uma parte integrante. Em alta competição os insultos fazem parte do jogo 'industrial'. A capacidade mental dos jogadores fazem parte do jogo 'industrial'. Sempre que se dá uma agressão por parte de um jogador isso é apenas o sinal da sua maior fraqueza mental. E normalmente perde. O facto de uma personagem devedora à boa educação insultar a minha mãe não quer dizer que ela se transforme na forma revelada no insulto, e muito menos se for num jodo de futebol 'industrial'! O artista Zidane foi preparado para isto como trabalhador de um espectáculo de massas. Desporto é outra coisa, é coisa de ideais, e continua a existir, mas não num Mundial da FIFA! Não sejamos 'tolos'.
O 'senhor avesso', Filipe Moura de seu nome, muito incomodado com a simpatia portuguesa e o tom afável utilizado na sua conduta 'já longa' (pertence ao carácter genético e tem pouco a ver com a ditadura - da qual ele só deve saber o que leu nos livros do professor Rosas, o que se torna pouco, então), deve ser defensor daquele ditado muito português, revestido de atavismo, e que diz assim: "quem não sente não é filho de boa gente"!
Ora aqui está um exemplo da confusão que vai na mente dos novos talentos do jornalismo em Portugal. Com tanto disparate nas escolhas eleitorais (também não havia muito mais para escolher...) o resultado só poderia dar nisto! Vivam as beiças machistas portuguesas tão bem defendidas por tão nobre gente!
Zidane perdeu, porque foi mais fraco, mentalmente.
Depois do desastre, ser defendido por altos responsáveis políticos e por 'jornalistas' é, embora aparente ser democrático, gravíssimo; é o branquear de uma acção que correu mundo através da TV e que vai fazer qualquer miúdo acreditar que pode agredir e ser premiado.
Essa questão do assumir, em determinados contextos, é trágica. Assumir é de responsável, pedir desculpa é de gente grande, coisa que o tal Zidane - não é! Sai a Chirac, um pobre, perdido numa Europa à procura de 'gente'!
Ainda no dia de ontem um puto mal formado e de cuja acção irresponsável resultou a morte de 6 pessoas, assumiu e disse-se arrependido! Nem as desculpas o salvam (coisa que já aconteceria com Zidane). E depois? Morreram 6 pessoas. Trágico, porque não há mais para dizer!
A maior parte dos frios assassinos assinalados na história das gentes ocidentais assumiram todos o que fizeram. E depois? Não passaram a emdalhados por isso, pelo contrário.
Zidane comprometeu um título e uma equipa que trabalhou para ele, e que fez? Assumiu (e era preciso? podia ter dito que as câmaras se enganaram?), e qual besta quadrada, destilando a vaidade inerente aos fracos, não pediu desculpa! Parece que até vai ser premiado, em mais que um palco.
O 'senhor avesso', Filipe Moura, defende que se deve defender os agressores que pratiquem as suas agressões à vista de toda a gente! Será preciso dizer mais?
O que é fantástico é que este senhor encontra-se (diz ele) a estagiar num jornal. Será este o preço da democracia? Temos então que clamar pelo aparecimento de 'agressores traiçoeiros', rápido e em força, de maneira a serem louvados no blogue do 'senhor avesso', Filipe Moura?
Maravilhoso 'mundo novo'! Ao fim de 30 anos, a ética, qualidade que sempre acompanhou os bons jornalistas... foi-se! Onde se formam estes novos estagiários? Escola privada? Pública? Não interessa, em Portugal, claro!
Ah!, o italiano que o provocou? Apenas um jogador profissional, que utiliza uma arma vil 'o insulto' como instrumento do próprio jogo (decerto que no final do jogo o iríamos ver abraçado a Zidane e a pedir-lhe a camisola, pedindo-lhe também desculpas pelo seu jogo feio, mas que compreendesse que a asunto não tinha a mínima motivação pessoal, blá, blá...) , no fundo, um trabalhador de uma indústria que vende vitórias ' a granel', o Futebol, cuja organização está nas mãos de... como direi, talvez de gente de 'convicções duvidosas', porque de outra forma mudavam as regras do jogo e aí, com um bom sistema de captação individual, o público ficaria a saber todas as palavras ditas pelos intervenientes! E depois, o que se faria com a falta de escoamento dos maus fígados... populares?
segunda-feira, julho 10, 2006
Portugal a arder... outra vez!
Mas já morreram uns quantos seres humanos. Pessoas que tinham sentir, família, projectos e sei lá que mais. Como nós! Como todos os que vão assistindo montados numa mula chamada 'pachorra' ao fenómeno da moda, os incêndios sazonais em Portugal. Um triste cartaz turístico, mas pelos vistos para continuar (olha a prevenção!).
Por sorte, não fomos campeões do Mundo em futebol. Seria, de certo modo, incompreensível, como é que num país exportador de jogadores de futebol de altíssima craveira o fogo fosse um óbice para os treinos dos referidos artistas(?) em altura de veraneio.
Mas somos assim. Vamos assistindo à estupidez de um povo mal educado (e quando se diz mal educado estaremos sempre a referir a qualidade das elites que não têm capacidade para o educar e que de elites apenas detêm a fama), e à complacência de governantes que vão estimulando o negócio aéreo de pretenso apagamento de fogos, distribuindo chorudas remessas de dinheiro aos inteligentes empresários que lucram com as faúlhas em estado puro e selvagem.
Sempre a evoluir em direcção ao abismo. Só precisamos de saber a quem se devem dirigir os agradecimentos!
sexta-feira, julho 07, 2006
E Viva a Argentina!!!
quarta-feira, julho 05, 2006
sexta-feira, junho 23, 2006
Onde está a responsabilidade de quem nos governa?
A questão é que num país de irresponsáveis, porque de outro modo ele não estaria no estado em que se encontra, este é o tipo de notícia que passa incólume. E passa apenas porque se retirou o valor a tudo o que deveria ser motivo de preocupação.
Leia-se esta notícia, pese-se a gravidade do seu conteúdo, e olhe-se em volta! Estou certo de que ninguém irá aparecer, como é hábito interno, há já muitos anos!
E lá vão uns estúpidos pagar mais uns impostos, não vá faltar o ordenado às valorosas chefias de um sistema democrático de carnaval.
segunda-feira, junho 12, 2006
Um país descontrolado!
Outros falam de 'nacionalismo' e cheira, à légua, que não sabem do que falam. Mas falam e aparecem nas TVs, com cobertura á boa maneira de 'estamos cá para informar', sem saber o que dizem. Mas são apenas produtos de um regime actual que ainda não tem classificação específica, para além dos contornos de mediocridade que ostenta no dia a dia da vida pública do país.
Esta notícia é, mais uma, sinónimo de um desastre governativo que se iniciou há cerca de 30 anos e que se encontra à vista de 'todos', parecendo este 'todos' já não terem força para protestos sérios. As TV's nacionais, públicas ou privadas, continuam a ser o suporífero mortífero para o encobrimento de um quotidiano velado e a fomentar o voto útil para a 'democracia de alguns', agitando o fantasma de 'quem não vota não é bom democrata' e outras alarvidades do género.
Um povo quando, na realidade, é iletrado e subdesenvolvido, como é o caso do português, nem com roupas de marca se safa, porque a estupidez não se veste ou despe, lá continua, teimosa e prazenteiramente a aguardar as próximas crises, para então verificar o que dizem os comentadores acerca dela. Melhoras, nenhumas.
João Franco já tinha razão, no princípio do século XX. Os regimes não servem, qual casaco de fino design, a todos os povos. E cá o pessoal, embora muito fale de democracia, está longe, muito longe de entender o que a dita pressupõe. E isso é também de fácil explicação. Basta uma visita aos programas e às estruturas do ensino em Portugal. Um - contínuo -lixo.
Esta notícia, que acabei de ler, na NET, enoja-me e faz-me pensar que a batalha está definitivamente perdida. Outro lixo, e com a complacência de quem deveria ter responsabilidades e não assume. Que o ordenado não falte, pois os estúpidos pagam!
Foram os democratas europeus complacentes no aparecimento em força de um tal de 'Hitler'. Ou não é politicamente correcto repetir esta afirmação de cunho histórico?
sábado, junho 03, 2006
As vacas não têm culpa!
Trouxeram-nas a Lisboa para mostrarem aos ministros que o leite provem dos pobres animais; e será que os ministros não sabiam disso?
É verdade que nos dias de hoje começa a ser possível os ministros serem naturalmente ignorantes acerca de variados assuntos, pois que a educação ministrada em Portugal desde o 25 de Abril assim o vai demonstrando, mas começo a ter a impressão que a crise vai demorar muito mais tempo a passar.
Até que a política volte ao poder...
sexta-feira, junho 02, 2006
terça-feira, maio 30, 2006
Um Paulo Morais!
quinta-feira, maio 18, 2006
terça-feira, maio 09, 2006
Há quase 100 anos...
João Franco Castello Branco, último Presidente do Conselho d'el Rei D. Carlos
segunda-feira, maio 08, 2006
1º Aniversário

A todos os que nos apoiaram, citaram, comentaram, defenderam e atacaram, o nosso imenso obrigado. Nós cá estaremos de bico afiado e asas bem abertas, prontos a voar sobre todo e qualquer tema que nos faça piar bem alto aquilo que nos vai na alma!
quarta-feira, maio 03, 2006
Imaginem!...
Passa-se em Inglaterra, ano 2006. Existe um senhor que é Presidente da Liga de Clubes de Futebol, que é ao mesmo tempo Presidente do Metro de Londres, assim como Presidente da Câmara de Liverpool?
Verdade,... é o que estão a pensar!
Num sistema democrático sério não seria possível juntar numa só pessoa estes cargos, e mesmo que fosse, nenhum inglês que se preze aceitaria o 'problema' que estes cargos lhe acarretariam.
Este é um dos exemplos do desequilíbrio europeu que por aí pulula e nos torna um pouco mais ridículos aos olhos dos mais crescidinhos.
Sentença: jamais iremos lá!
sexta-feira, abril 28, 2006
Terra de Oportunidade

Nos primeiros três meses deste ano entraram em Portugal 11 Rolls-Royce, a um preço-base médio unitário de 320 mil euros, a quase totalidade deles vendidos sem a participação de um intermediário ou representante local.
De acordo com o «Semanário Económico», se este ritmo se mantiver estável, 2006 constituirá um ano recorde na importação dos veículos desta marca. Só a título de comparação, no ano passado, os portugueses compraram 27 Rolls-Royce.
«Os veículos de nicho, como são estes, são os que melhor resistem à crise, justifica Hélder Pedro, secretário geral da ACAP, ao mesmo jornal.
E acho muito bem! Num cenário como o que se vive actualmente em Portugal, uns quantos Rolls só podem ajudar e estou a falar a sério! É sempre bom ir a passar na rua, a fazer contas à vida, planificando as despesas do mês para ver se o dinheiro estica e ver passar um Rolls. É um momento mágico que por instantes nos faz esquecer as agruras da vida e acreditar que este país também é uma terra de oportunidades e de sonhos. Que aqui também há umas dezenas de pessoas que se podem dar ao luxo de viver a vida com que os outros milhões sonham. Um Rolls a passar nas ruas portuguesas não é mais do que a confirmação de que um dia, todo aquele que trabalhar para isso, poderá conduzir um e passar pelas ruas onde fazia contas à vida, deixando agora basbaques e entorpecidos pelo sonho aqueles que outrora lhe eram iguais mas não tiveram a coragem de dar o grande salto, de fazer a aposta, de mudar radicalmente a sua vida, largando tudo e concentrando os seus esforços numa nova carreira, mais exigente, mais responsável e acima de tudo mais exuberante. Está aberto a todos o sonho de um dia vir a ser um motorista particular ao volante de um Rolls Royce.
quinta-feira, abril 27, 2006
Acerca da Segurança Social

- …Porque, Sr. Primeiro-ministro, isto assim não pode ser!
- Mas o Sr. Deputado leu o estudo?
- Qual estudo?
- O estudo..!
- Que estudo?
- O último estudo!
- Mas qual estudo?
- O estudo!!!
- Ora... O estudo...!?
- Então, o estudo!
- Ah o estudo… Mas que estudo?
- O último!
- O último quê?
- O estudo!!!
- Qual estudo…?
quarta-feira, abril 26, 2006
Política da Terra Queimada

Metáforas à parte, penso que Portugal se encontra numa situação altamente volátil e parece que ninguém se está a aperceber disso. Os governos e as classes influentes deste país continuam a gerar dívida, baixa produtividade, escudando-se nos labirintos burocráticos que se alimentam da corrupção, gastando cada vez mais, cobrando cada vez mais, pagando cada vez menos.
É cada vez mais transparente a barreira entre os ladrões saqueadores e aqueles que são saqueados. O fosso entre os ricos e os pobres é cada vez maior, a incompetência do país cada vez mais visível, as soluções cada vez mais impossíveis e demagógicas.
quarta-feira, abril 19, 2006
Portugal e os seus animais em extinção!
sexta-feira, abril 14, 2006
domingo, março 26, 2006
Solidariedade animal!

Este 'pássaro' não pode deixar de manifestar um voto de pesar pelo massacre a que vão ser sujeitas cerca de 375.000 focas bébés, culpadas de terem nascido, inadvertidamente, num planeta habitado e consequentemente controlado por 'seres humanos', a espécie - talvez - mais perigosa a operar no cosmos.
O Canadá - país riquíssimo - não pode deixar de castigar estes animais excedentários (com a garantia do Governo em exercício de que tudo vai ser feito de forma muito humana), por se continuarem a reproduzir sem a sua sagrada opinião, e reincindindo no não pagamento de impostos, embora ocupando o gelo branco do hemisfério Norte, pertença desta república canadiana, por desígnio dos Céus!
Escusado será dizer que nos Céus reina um ser omnipotente e castigador à imagem dos representantes do Governo do Canadá, assim como do povo canadiano, cúmplice na 'festa'!
Para ajudar, parece que existem uns negócios fabulosos com a China, relacionados com a extração de matérias provenientes destes animais e que, dizem os entendidos, se destinam a potenciar os Chineses com 'falta de ponta' sempre que assumem atitudes viradas para o sexo; estamos a falar de produtos afrodisíacos.
Acreditamos que dentro de pouco tempo as crinças chinesas do próximo futuro possam ser portadoras do signo da 'foca' para juntar aos outros animais da 'sino-astralidade'.
Mas que filme!...
terça-feira, março 21, 2006
EDP destrói ninhos de cegonhas!

Este blogue tem estado de quarentena, por motivos relacionados com a 'gripe das aves'; ainda não está provado que as palavras por aqui espalhadas possam danificar, por vezes e inadvertidamente, a motorização de alguns espécimes humanos.
De qualquer modo, e como o diagnóstico não nos chegou ainda às mãos, passamos a 'bicar'!
Os 'atrasados mentais' ou 'criminosos', desconhecemos o seu grau de responsabilidade e a sua capacidade como presumíveis detentores de uma máquina pensante, trabalhadores da EDP, são um caso de indigência até intelectual, daí a sua perigosidade, independentemente da categoria a que pertencem.
Mas não se poderia exterminar o seu 'corredor' de chefias?
segunda-feira, março 06, 2006
O mundo... a caminho das estrelas!

Qualquer coisa como o equivalente a um campo de futebol por dia é o que vai desaparecendo diariamente, diz quem sabe!
Onde? Numa zona não muito grande que fica lá para cima, já colada ao Pólo N. e que não vem nos mapas usualmente usados nas grandes cidades.
E também dizem que não é só nessa região; há mais!








